PEGAR MAIS LEVE?


Vez em quando surgem alguns cristãos politicamente corretos que em nome do “amor”, deixam de lado o combate pela verdade (Palavra de Deus) e adotam uma postura de conformismo com qualquer vento de doutrina (Ef 14.4) e também com algumas filosofias hedonistas.

Deus é Soberano e tem todo o poder. A sua Palavra é a verdade e não precisa de nossa ajuda para que seja validada. No entanto, como homens libertos das trevas e transportados para o Reino da Luz, não podemos negligenciar nosso chamado de “...batalhar pela fé que uma vez foi entregue aos santos”(Jd 1.3). Essa fé representa toda um conjunto de verdades declaradas na Palavra de Deus e também suas implicações. E essa verdade, infelizmente em alguns lugares, tem sido colocada de lado por pessoas que deviam declará-la abertamente, pois só ela é capaz de libertar o homem da força do pecado (Jo 8.32).

Devemos ser politicamente corretos ou autênticos?

A resposta, para quem procura agradar a Deus, com certeza é ser autêntico. Não podemos relativizar a verdade absoluta que é a Palavra de Deus. Não deve haver negociação com a sâ doutrina. Esse filosofia de que  “o que nos une é maior do que o que nos separa” é uma forma de enganar quem ainda está em cima do muro. A Palavra de Deus sempre terá maior valor e quem a ama não pode ceder aos apelos de falsos ensinadores.

Homens travestidos de uma falsa piedade, com uma suposta “espiritualidade” tem atacado,  sutilmente ou abertamente, algumas verdades centrais de nossa fé como a doutrina da Santíssima Trindade, a existência do inferno, o Arrebatamento da Igreja, a humanidade de Cristo, entre outros. Para que estes não causem maior dano a Igreja, é necessário que os santos sejam autênticos e cumpram sua missão – pregar, ensinar e viver o Evangelho em sua totalidade - sempre, por amor a Palavra de Deus e ao Deus da Palavra.

Quando o assunto é a Palavra de Deus, pegar mais leve significa deixar de ser fiel. 
Fujamos de tal erro!

QUANDO PENSO QUE TÁ MAL, FICA PIOR!

Vale-tudo infantil inglês será investigado pelas razões erradas


A polícia de Lancashire anunciou hoje que vai investigar a promoção de lutas de vale-tudo infantis num clube de Preston, cidade do norte da Inglaterra, depois de imagens de um combate entre dois meninos de oito anos terem chocado o mundo. No entanto, o alvo da investigação não será o fato de o Greenlands Labour Club realizar as lutas diante da platéias de 450 adultos, cobrando cerca de US$ 40 dos interessados: as autoridades têm jurisdição apenas para questionar a falta de equipamentos de proteção nos lutadores-mirins.
Isso porque o Greenlands não está violando leis ao promover os combates. O clube tem licença para a realização dos eventos e a polícia parece estar reagindo apenas depois da revolta causada pela divulgação das imagens da luta. Ainda que a dona do estabelecimento, Michelle Anderson, tenha vindo a público dizer que há regras explícitas de proteção, como a proibição de socos ou pontapés, ONGs de proteção da criança e do adolescente classificaram as lutas como barbárie.
''É extremamente chocante ver crianças envolvidas nas lutas, especialmente as que estão numa fase crucial de desenvolvimento físico e mental. Gostaríamos que os pais não permitissem que seus filhos participassem desse tipo de atividade'', afirma Chris Cloke, um dos diretores da Sociedade Nacional de Proteção das Crianças (NSPCC).

Um conselho que não está sendo seguido por Nick Hartley, cujo filho, Lucas, participou da luta divulgada ao redor do mundo. Em entrevista à BBC, ele garantiu não estar preocupado com a crianca. ''Ele adora o esporte. Não é perigoso, pois as regras controlam a violência. Nunca o forçaria a participar'', disse Hartley.

Há ainda a questão de que os combates podem ser considerados uma forma de trabalho infantil, algo que a população de Preston e adjacências pensavam ter virado história - no aurge da Revolução Industrial, no século 19, a cidade era uma das localidades de Lancashire que  tinha crianças formando um terço da força de trabalho na produção têxtil, em condições não raramente atrozes.

P.s =>> Quanta falta de temor a Deus! Deviam era acabar com essa abominação.

A PLENITUDE DO REINO DE DEUS

Subsidio por Sergiano Reis















I   -  Texto Áureo (Is 11.1)
II  - Auxílio Devocional e Teológico
III – Dinâmica (Dialogando)*


I – Texto Áureo

“ Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo fritificará” (Is 11.1)

Concluimos o presente trimestre renovando nossa esperança na promessa de que em breve teremos a revelação completa do Reino do Senhor. Para aqueles que tem se decepcionado com os governos humanos, há  esperança de um Reino onde seu Rei não cometerá, jamais, nenhum tipo de ação que desapontará seus súditos.

“O profeta torna a falar no Messias, e confia ao círculo íntimo das almas fiéis esta maravilhosa predição do reino messiânico. Primeiro descreve o caráter do Messias nascido da casa de Jessé (1) e pinta as Suas qualidades sobrenaturais (2). 

Segue-se a revelação dos Seus processos de governo (3-5). Ele não terá necessidade do tipo de orientação de que os homens normalmente carecem, pois "não julgará segundo a vista dos Seus olhos nem repreenderá segundo o ouvir dos Seus ouvidos" (3). Vem depois, em palavras de louvor ardente, a descrição dos resultados do Seu reinado. A vida de toda a criação animal tornará a ser um paraíso, e todo o mundo se regozijará numa redenção cósmica total (6-8). Sobre todas as obras das mãos de Deus repousará a paz, "e a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar" (9).” [1]

 “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tt 2.13)

O destino da Igreja é muito glorioso. As promessas de Deus são verdadeiras e vão se cumprir, cuidemos então em viver piamente aguardando com amor e alegria o cumprimento da profecia.

II – Auxílio Devocional e Teológico

             Uma esperança inegociável”

 “Eis que cedo venho” (Ap 22.12) – Uma palavra consoladora!

            A maioria dos homens de nossa sociedade costumam olhar de maneira esperançosa para o futuro somente quando o ano velho vai embora e o ano novo chega. A mídia vende seu peixe nesse período – e bem vendido – e o reflexo disso encontra-se nos discursos inflamados de desejo por paz, justiça e amor. No entanto, o tempo – que não para – passa e durante o ano novo vão chegando as velhas e corriqueiras cenas de injustiça, desigualdades, tristezas e outros males cada vez mais crescentes entre nós homens. E com essa chegada ocorre a partida da esperança de muito corações que desiludidos acham que o termo esperança é para ser esquecido.

Embora alguns tenham perdido o foco, a Igreja do Senhor Jesus aguarda dia e noite a manifestação plena do reinado do Eterno Deus. Nossa esperança não está firmada em cenários provisórios mas na Palavra de Deus – A Verdadeira e única fonte inquestionável.
Não negociamos nossa esperança com reinos terrenos e humanos. O mundo cada vez mais se distancia do Criador, mas o povo de Deus deve se achegar mais ao Senhor pois os inimigos do reino farão de tudo para roubar nossa fé e nos afastar da bendita esperança. Ainda que as coisas forem de mal a pior a Igreja sabe que Deus está no comando e nunca vai  deixar de cumprir o que Ele mesmo prometeu.

 O Reino de Deus – Presente e Futuro”

 É um reino presente e futuro. Por um lado, é uma realidade espiritual presente e sempre em desenvolvimento nos corações e nas vidas dos homens, e, como tal, exerce influência numa esfera cada vez mais ampla. Jesus e os apóstolos se referem claramente ao reino como já presente no tempo deles, Mt 12.28; Lc 17.21; Cl 1.13. Isto deve ser mantido contra a grande maioria dos premilenistas dos dias atuais. Por outro lado, é também uma esperança futura, uma realidade escatológica; de fato, o aspecto escatológico do reino é o mais proeminente dos dois, Mt 7.21, 22; 19.23; 22.2-14; 25.1-13, 34; Lc 22.29, 30; 1 Co 6.9; 15.50; Gl 5.21; Ef 5.5; 1 Tm 2.12; 2 Tm 4.18; Hb 12.28; 2 Pe 1.11. 

Essencialmente, o reino futuro consistirá, como o do presente, no governo de Deus estabelecido e reconhecido nos corações dos homens. Mas, por ocasião da gloriosa vinda de Jesus Cristo, este estabelecimento e reconhecimento será aperfeiçoado, as forças ocultas do reino serão reveladas, e o governo espiritual de Cristo verá sua consumação num reinado visível e majestoso. 

Todavia, é um erro supor que o reino presente se desenvolverá quase imperceptivelmente até transformar-se no reino do futuro. A Bíblia ensina claramente que o reino futuro será anunciado por grandes mudanças cataclísmicas, Mt 24.21-44; Lc 17.22-37; 21.5-33; 1 Ts 5.2, 3; 2 Pe 3.10-12.[2]

III – Dinâmica (Dialogando*)

            Caso queira receber o tutorial da dinâmica para aplicá-la em sua sala de aula, envie um e-mail para: FILHOCON@YAHOO.COM.BR

            Uma ótima aula!
Bibliografia:
[1] – DAVIDSON, F. – O Novo Comentário da Bíblia. Ed. Vida Nova, 1997, p.1.184)
[2] – BERKOF, Louis – Teologia Sistemática, p 402.

A INTEGRIDADE DA DOUTRINA CRISTÃ

Subsídio












I   -Texto Áureo (2 Tm 3.16,17)
II  -Auxílio Bibliológico e Teológico
III -Dinâmica (O GUIA)*

I – Texto Áureo

“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra” (2 Tm 3.16,17)

Qual a melhor arma para lutar contra a mentira? Sem dúvida alguma a resposta, em todos os tempos, será: A verdade. Em tempos de relativismo em quase todas as áreas do conhecimento, indiscutivelmente uma fonte é inquestionável: A Palavra de Deus! Mas não somente uma parte dela e sim “...Toda Escritura...”.

Para toda pergunta e inquietação que pertuba o homem, há uma reposta nas páginas da Bíblia. Quem medita na Palavra de Deus encontra ensinos sobre os mais variados assuntos que ajudam o homem a ter uma vida abundante tanto no presente quanto no porvir. Quem quer saber mais sobre o Deus Criador deve buscar na Bíblia, pois por ela Ele tem se revelado aos homens.
 
De todas as peças que constituem a armadura do Deus, citada em Efésios, a única de ataque é a “...espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef 6.17). Urge que tomemos posse dessa espada e combatamos contra os que de forma astuta, tem causado dano a Igreja do Senhor Jesus. Mas lembrando que nossa luta não é “...contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Ef 6.12).

 II – Auxílio Apologético e Bibliológico

            “Todo o conselho de Deus”

            A Igreja, como agência do Reino de Deus, deve ensinar aos homens sobre o caminho da salvação para que estes venham também ser herdeiros das promessas do Senhor. Para que tenhamos êxito em nossa empreitada devemos com muita coragem declarar “...todo o conselho de Deus.” (At 20.27).

            Infelizmente, alguns “vendilhões do templo” buscam burlar o mandamento do Senhor e, visando glória terrena, deixam de ensinar a Palavra de Deus em sua totalidade e integridade. Mas para estes descompromissados fica o alerta na Palavra de Deus em Ap. 22.20-21 que,  apesar de ser uma advertência específica ao livro citado, estende-se por princípios aos demais que compõem a Biblia Sagrada.

            Ensinamos e vivamos, amados irmãos, a verdadeira doutrina de Deus, sem maquiagem e adulterações. Não cumpriremos nossa missão integral se não atertarmos para a Palavra de Deus em sua totalidade. Não sejamos pedra de tropeço para os homens, ensinando somente aquilo que agrada aos ouvidos ao invés de toda verdade, pois fomos chamados para ganhar almas para o Reino de Deus.

             “A malignidade da falsa doutrina: Como o erro transforma a graça em licenciosidade?

Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo
- Judas 4 –

Por que é tão vital lutar pela verdade? Porque a verdade é a única coisa que pode libertar as pessoas da escravidão do pecado e outorgar-lhes a vida eterna (Jo 8.32). Foi exatamente isso que Paulo quis dizer ao escrever que o evangelho é o poder de Deus para a salvação (Rm 1.16; 1 Co 1.18).

A verdade (especificamente, a verdade simples do evangelho) é necessária par a salvação. “Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (Rm 10.13-14). As Escrituras são bem claras quanto a isto: não há esperança de salvação sem que ouçamos a verdade a respeito de Cristo e creiamos nessa verdade (cf. 1 Co 1.21).

É por isso que nada é mais destrutivo do que a falsa religião. A mera ignorância já é bastante devastadora: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta conhecimento” (Os 4.6). Mas a apostasia que corrompe o evangelho é a mais sinistra de todas as iniquidades. Ela não somente oculta o âmago de toda a verdade daqueles que necessitam dela desesperadamente, como também produz cada vez mais iniquidade.

O fato é que a religião apóstata é dinâmica, assim como a verdade do evangelho é dinâmica – mas a religião apóstata produz os resultados inversos. Ela intensifica a escravidão do pecado, multiplica as contaminações do pecado e aumenta as consequências do pecado. Em todas as maneiras possíveis, a falsa religião torna pior a calamidade do pecado. [...] A heresia sempre produz mais iniquidade. E, quanto mais uma mentira se parece com a verdade, tanto mais diabólico é o fruto que ela produz. [...]” [1]

III – Dinâmica (O GUIA*)

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            Uma ótima aula!

Bibliografia:

[1] – MACARTHUR, John – A Guerra pela Verdade – Editora Fiel, 2008,  pp. 155-156

CULTO DOMÉSTICO + EBD

     

Implantamos em nossa igreja o projeto “POR UMA EBD IDEAL”. Uma das metas para esse projeto é a implantação do Culto Doméstico em todos os lares de nossos alunos da EBD.  Sabemos da importancia desse momento em que toda família se reune para adorar a Deus e meditar na sua Palavra, por isso entendemos que nada melhor que a EBD, lugar de ensinar e aprender, incentivar a implantação e a continuidade dos cultos domésticos.

    
Segue abaixo um relato extraído do livro Toda a Família de Orlando Boyer, onde encontramos um belo exemplo da importância do culto doméstico.:

“ [..]Cortland Myers conhecia dois irmãos que, depois da morte do pai, resolveram vender a velha casa onde se criaram. Ao voltarem para revê-la, começaram a recordar os tempos de infância, quando sentados na varanda, os pais conduziam o culto doméstico. De repente um se deteve e disse: "Roberto, não podemos vender a casa". O outro também parou e respondeu: "Interessante; resolvi a mesma coisa, quando olhei para esta cadeira e lembrei-me de como papai se assentava nela e lia-nos a Bíblia, no culto doméstico. É a cadeira que rodeávamos de joelhos, enquanto ele nos dirigia a Deus em oração". E ali mesmo, os irmãos ajoelharam-se ao lado da velha cadeira, choraram e decidiram não mais vender a casa. A partir daquele dia, resolveram dedicar-se com mais afinco à Obra de Deus.
É ainda Cortland Myers quem conta: "Está perante mim uma outra casa velha. Na varanda, meu pai, minha mãe e nós, os doze filhos, duas vezes por dia, líamos a Bíblia e orávamos a Deus. Não é de admirar, pois, que todos os filhos sejam salvos pela graça de Deus. Quatro deles estão pregando a mensagem de Jesus Cristo e os outros são professores da Escola Dominical. E todos achavam inspiração e vida quando nosso pai abria a Bíblia, e nos dirigia a elevar o coração de Deus". [...] [1]

É a igreja crescendo na graça e no conhecimento!

Fiquem com Deus.

Referência Bibliográfica:

[1] – BOYER, Orlando – Toda a Família – Editora CPAD, 1994 – p.13


A INFLUÊNCIA CULTURAL DA IGREJA

Subsídio













I   -  Texto Áureo (Gn 1.28)
II  - Auxílio Bibliográfico e Teológico
III – Dinâmica (FAZENDO A DIFERENÇA)*

I – Texto Áureo

“E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre a aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” (Gn 1.28)

Como estamos tratando nesse trimestre da Missão Integral da Igreja, encontramos aqui neste versículo o estabelecimento da Comissão Cultural que Deus deixara ao homem. Este, por sua vez, sendo o ápice da atividade criadora de Deus recebe, devido a isso, uma responsabilidade a sua altura: Cuidar de todas as outras coisas que o Grande Arquiteto criara. Gerar filhos, explorar de forma sustentável as riquezas da flora e da fauna, constituir uma sociedade que venha refletir, assim como um espelho, as características dAqueles que o fez a sua “imagem [...] semelhança”. Fazendo assim, o homem estaria criando e repassando a seus descendentes:  valores, idéias, conhecimentos, padrões de comportamentos e atitudes, e a esse conjunto chamamos de cultura.

“Deus os abençoou [...] Encham [...] subjuguem [...] Dominem. O homem começa sua jornada com essa bênção divina­ – viceja, enche a terra com seus semelhantes e exerce domínio sobre as demais criaturas terrestres (cf.m.26; 2.15; Sl 8.6-8). A cultura humana, portanto, não é contrária a Deus (embora o homem caído tenha muitas vezes transformado seus esforços em rebelião orgulhosa contra Deus). Pelo contrário, é a manifestação de um homem que tem a imagem do seu Criador e compartilha, como servo de Deus, do governo soberano deste. Como representante de Deus no âmbito da criação, é mordomo das criaturas de Deus. Não deve explorá-las, destruí-las nem despojá-las, mas cuidar delas e usá-las a serviço de Deus e do homem” [1]

“ Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés” (Sl 6.8)

Apesar da Queda, a responsabilidade outorgada ao homem ainda é requerida e o Senhor agora espera de sua Igreja, representante de seu Reino, que exerça essa influência cultural, demonstrando por meio de ações coerentes com sua Palavra que o Reino de Deus não aceita uma cultura diferente dos padrões divinos, uma vez já revelados.

II – Auxílio Teológico

            Encontramos na lição 4 desse trimestre tópicos que comentam sobre a Comissão Cultural da Igreja e estaremos aproveitando os mesmos para complementar essa lição que trata sobre a questão da influência cultural que a Igreja deve exercer.

“’Um chamado à responsabilidade

            Deus ordenou a Adão e Eva que administrassem a terra, tornando-a produtiva e habitávl (Gn 1.26). Desde então, cada homem faz-se responsável pela criação diante do Criador. Por isto, convida-nos Ele a refletir a respeito dos princípios e valores, que se encontram em sua Pàlavra, em todos os níveis de nossas relações: na família, na igreja, na escola, na empresa e nas amizades.

            Isso equivale dizer que o Evangelho de Cristo não visa apenas salvar o homem do pecado e do inferno, mas também levá-lo a agir como instrumento tranformador da sociedade na qual acha-se inserido. Pois, Deus nos criou como seres sociais para que cuidemos de nós e da terra que Ele nos entregou (Gn 1.28-30) cf. Ef.6.1-9). Esta é a ordenança cultural que nos confiou o Senhor.

Restaurando a dignidade humana

            Embora a Queda trenha introduzido o pecado na história humana, a Comissão Cultural não foi anulada. Continuamos responsáveis pela administração da terra que nos destinou o Senhor (Gn 3.23). Conforme afirma Nacy Pearcey, Jesus veio restaurar no homem, sem Deus, “a dignidade originalmente concedida na criação, recuperando nossa verdadeira identidade e renovando a Sua imagem em nós”’. [2]

Sobre o debate entre cultura e Palavra de Deus, encontramos uma explanação de John Sttot, que nos ajuda a tratar com equilíbrio o referido tema, segue abaixo.

“ [...] Jesus foi uma combinação única do conservador e do radical:  cons ervador em relação às Escrituras, e radical no eu escrutínio (seu  escrutínio bíblico) de todas as outras coisas[...]Mais particularmente, todos nós necessitamos discernir com clareza  entre Escrituras e cultura. As Escrituras são a Palavra de Deus eterna e  imutável, mas cultura é uma mistura de tradição eclesiástica, convenção social  e criatividade artística. Seja qual for a “autoridade” que a cultura possa ter, ela  é derivada da Igreja e da comunidade, não podendo exigir uma imunidade ao  cristianismo ou reforma. Pelo contrário, cultura muda de época para época e  de lugar para lugar. Além do mais, nós crentes, que dizemos desejar viver sob  a autoridade da Palavra de Deus, deveríamos submeter nossa cultura  contemporânea a um contínuo escrutínio bíblico. Longe de ressentirmo-nos  com a mudança cultural ou de resistirmos a ela, deveríamos estar na linha de  frente, junto aqueles que trabalham por uma modificação progressiva, para  fazer com que a mudança realmente expresse, cada vez mais, a dignidade do homem e seja mais agradável ao Deus que os criou...Portanto, quando resistimos a mudanças - sejam elas na igreja ou na  sociedade devemos perguntar-nos se são, na realidade, as Escrituras que estamos defendendo (como é nosso costume insistir ardorosamente) ou, se ao  contrário, é alguma tradição apreciada pelos anciãos eclesiásticos ou de nossa  herança cultural. Isto não quer dizer que todas as tradições, simplesmente por  serem tradicionais, devam a qualquer custo ser lançadas fora. Iconoclasmo  sem crítica é tão estúpido quanto conservantismo em crítica, e é algumas  vezes mais perigoso. O que eu estou enfatizando é que nenhuma tradição  pode ser investida com uma espécie de imunidade diplomática à examinação.  Nenhum privilégio especial pode ser-lhe reivindicado.

Quando, por outro lado, clamamos por mudanças, devemos estar certos  de que não é contra as Escrituras que estamos nos rebelando, mas contra  alguma tradição não-bíblica, que é portanto, aberta à reforma.

Se é “não-bíblica” no sentido de ser claramente contrária às Escrituras, então devemos  atacar o assunto corajosamente e trabalhar muito para sua abolição. Se é “não- bíblica” no sentido de não ser requerida pelas Escrituras, então devemos  mantê-la sob revisão crítica”.[3]

III – Dinâmica (Fazendo a Diferença*)

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            Uma ótima aula!

Bibliografia:

[1] – Bíblia de Estudo NVI – Comentário de Gn 1.28 – p.8

[2] – Comissão Cultural – Uma convocação à Igreja - Lições Bíblicas – 3° Trimestre 2011, CPAD, 2011, pp. 29-30

[3] - STTOT, John – Cristianismo Equilibrado – Editora CPAD, pp 15-21


QUEM É VOCÊ?


Ele era um exemplo para os outros, mas evitava que sua alma se olhasse no espelho, pois se a mesma assim fizesse descobriria que estava tão manchada de hipocrisia que não conseguiria ver outra coisa a não ser esse grande mal.

Quem será essa pessoa?

Pode ser qualquer um de nós se não vigiarmos. Então reflitamos pois o Senhor não tarda!








Canção Quem é você - Ministério Trazendo a Arca




Fiquem com Deus!

Sr. Púlpito da Silva envia uma declaração ao blog EBDICAS










Saudações a todos,

Uso-me do presente instrumento para declarar-lhes que estou muito irritado pois tenho sido, mesmo sem querer, cúmplice de muitos enganadores que tendo  aparência de piedade, usam-me para declarar suas mentiras, enganando assim o povo de Deus que não os conhece como eu conheço. E olha que nos meus anos de vida, que não são poucos, eu já vi muitos que tem compromisso e devido a isso sei diferenciar o animador do pregador. E são estes primeiros o motivo de minha tristeza.

Alegria? Tenho poucas, é que vez em quando aparece alguns que pregam e me usam como se fosse a última vez que tem oportunidade. Não ficam gloriando-se quando estam comigo, não falam de seus feitos. Não ficam jogando indiretas em seus desafetos (que nem deveria existir) . Esses poucos pregadores, não me usam para fazer graça para os ouvintes, mas com muita ousadia ensinam tudo o que tem no lívro que colocam sobre mim (Bíblia).

Já vi muitos chorarem sobre mim quando  falam do nome de Jesus. Parece que os mesmos são tomados por um temor e um tremor enorme quando proferem suas palavras a respeito de seu Deus. Mas como disse, infelizmente, são poucos.

Outros no entanto pensam que sempre vão estar comigo, triste engano, eles partem mas eu fico. Me esmurram, ma babam e fazem tantas coisas anormais que as vezes acho que passei de púlpito para picadeiro.

Eu estou irritado repito, chega de ser plataforma para tais usurpadores. Não quero ser cúmplice de impostores. Os que me colocaram lá no meu lugar fizeram isso no desejo de  verem pessoas direitas, compromissadas com aquilo que o Livro deles ensina.

De vez em quando passam dos limites e me trocam por ringue de vale-tudo, por palco de dança, por objetos místicos e outras coisas estranhas. Pra que isso? Eu tenho meus direitos, eu acho.

Se eu tivesse ouvido sensível demais já teria ficado surdo pois tem uns animadores que gritam tanto que só depois de passar horas é que o zumbido vá embora.

Também gostaria de pedir a alguns pastores, apóstolos, bispos, patriarcas, ah sei lá, são tantos agora! mas quero pedir a esses líderes que se decidam pois suas indecisões estão me confundindo demais. Alguns anos atrás nem de política falavam quando estavam comigo e  hoje em dia já tem até político me usando para fazer propaganda eleitoral. Niguém merece!

Bom essa foi minha primeira declaração mas farei, em breve, outra sobre alguns outros assuntos que estão me incomodando, isto é, se daqui para lá não me jogarem na fogueira.

Com carinho,

Sr. Púlpito da Silva, 04 setembro de 2011, Pulpitolândia - Pt