A PERDA DOS BENS TERRENOS - Lição 10


ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição de nº. 9, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.


Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD.
Texto Bíblico: Jó 1.13-21

INTRODUÇÃO

I – JÓ E A EXPERIÊNCIA DAS PERDAS HUMANAS
II – A PERDA DOS BENS
III – MESMO NA PERDA PODEMOS DESFRUTAR O AMOR DE DEUS

CONCLUSÃO

DAS CRISES NASCEM OS SANTOS

Por

Claudionor de Andrade

Tenho, diante de mim, várias definições de crise. E todas elas parecem refletir aqueles terríveis momentos que vivi em 1999. Momentos? Pareciam séculos; desdobravam-se em eternidades aqueles instantes. Seria essa relatividade descoberta por Einstein? Nada porém parecia relativo; mostrava-se tudo absoluto, implacável, sem qualquer contemplação.
Uma definição, em particular, prendeu-me a atenção: Crise é a “manifestação violenta e repentina de ruptura de equilíbrio”. Teria o meu ilustre dicionarista enfrentado circunstância semelhante? De qualquer forma, foi exatamente isso o que o bondoso Deus permitiu viesse sobre mim. No frágil equilíbrio de minha existência houve uma violenta ruptura.

I. Minha Crise

Foi a pior tribulação que já me sobreveio. De um momento para o outro, vi o meu mundo perder todo o seu equilíbrio. Os diques haviam se rompido. Parecia ele tão seguro, mais ei-lo agora ao desamparo. Ostentava-se terno e pastoril, agora contudo perdia toda a sua poesia. Acontecera tudo de maneira tão repentina e improvisada, que já não havia tempo nem espaço para remansos de outrora.
Esta foi a minha provação: o meu bairro transformara-se, de um momento para o outro, numa praça de guerra. Quem mora no Rio de Janeiro, e já viveu experiência semelhante, pode avaliar melhor o que estou dizendo. Fosse um episódio isolado, recuperar-me-ia em alguns dias. Mas quis o sapientíssimo Deus que eu ficasse naquele crisol por quase três meses.

II. A Pedagogia da Crise

Foi esse o tempo que o Senhor usou para alterar toda a minha estrutura psicológica e espiritual. Através daquela crise, levar-me-ia Ele a experimentar a grandeza, a inefabilidade e a urgência do primeiro amor.
Deus sabe o que faz. Se em nossa vida, desencadeia alguma tormenta, tem esta um imensurável valor pedagógico.
A partir daquele instante, comecei a redescobrir a beleza de algumas coisas que eu havia, inconscientemente, racionalizado. Voltei à oração com mais disciplina e perseverança. Falar com Deus não era apenas uma possibilidade teológica; era uma urgência. Afinal, de que forma poderia eu buscar alívio àqueles traumas? Passei a jejuar com mais regularidade. O Senhor levou-me também a fazer o trabalho de um evangelista.
A partir daquele instante, a Palavra de Deus passou a ter um incrível fascínio sobre mim.
Enfim, através daquela crise, o Senhor Jesus, em sua infinita misericórdia, reconduziu-me ao primeiro amor. Isto é avivamento! À semelhança de Davi, podia agora dizer: “Foi-me bom ter afligido, para que aprendesse os teus estatutos” (Sl 119.71). Poderá você expressar a mesma felicidade que Davi? Ou regozijar-se em Deus como Jó?


Texto extraído da obra “JÓ: O Problema do Sofrimento do Justo e o seu Propósito”, editada pela CPAD.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº. 9: http://www.sendspace.com/file/rucs08
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas!

Fui alcançado por esse amor perfeito!

"Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável."(Atos 10.34-35)



É bom acordar para alguns acordos!


O dia da eleição está chegando e o eleitor que se previne já está escolhendo seu candidato para vereador ou prefeito. No entanto uma reflexão necessária e importante que deve ser trazida à tona é o fato de muitos pastores e lideres religiosos estarem divulgando o candidato que “sua igreja” estará apoiando.
Não sou um “anarquista gospel”! Que fique bem claro. Então deixa eu prosseguir.
Sei que na condição de líder espiritual não há ninguém mais indicado para dar uma orientação do que o seu pastor. Diante de tantos candidatos aproveitadores que estão por aí  é de suma importância que o voto seja dado para quem realmente tem vocação política e compromisso com seus eleitores. Mas em matéria de política e exercício dessa cidadania ninguém deve ser totalmente dependente intelectual de seu líder.
E isso acontece? Alguém pode perguntar. É claro que sim! Muitos líderes tomam essa decisão e somente “informam” aos seus liderados que a igreja está no projeto tal(sem antes conversar com os mesmos e sem ao menos detalhar o porquê de tal candidato). Aos membros, infelizmente, só resta a obediência ao seu pastor ou a sua convenção/ministério.
Há exceções no assunto em pauta. Sei que alguns pastores, com muita sabedoria, orientam a igreja que está sob seus cuidados no sentido de não venderem seu voto e escolherem bem seus representantes. E, quando decidem realmente apoiar um candidato sério, fazem tudo com transparência e ética.
Todavia, sabe-se que muitos fazem acordos políticos, cheios de interesse egoístas, e decidem “declarar” apoio a fulano, beltrano ou cicrano. E além de darem seu apoio(ou se se apoiarem?) ainda divulgam que toda sua igreja está com o candidato X ou Y(escolhido por eles claro).
Interessante também o fato de muitos crentes não observarem tal fato e seguirem cegamente seu “líder” e ainda criticarem quem discorda dos mesmos.
Não procuro aqui causar discórdias entre os irmãos, mas tão somente chamar a atenção para esses acordos mundanos que alguns “vendilhões do templo” fazem usando o povo de Deus.  Se querem se sujar, que se sujem só!
Que Deus nos abençoe.

A ANGÚSTIA DAS DÍVIDAS - LIÇÃO 9

Subsídio publicado pela equipe de educação da CPAD.
(Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição de nº. 8, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula)


Texto Bíblico: 1 Timóteo 6.7-12

INTRODUÇÃO

I – QUEM É O DONO DO NOSSO DINHEIRO
II – O CONSUMISMO E AS DÍVIDAS
III – É POSSÍVEL LIVRAR-SE DAS DÍVIDAS

CONCLUSÃO

EU TENHO, ENTÃO EU SOU

Por

Julie Ann Barnhil

Lembro-me de um hino que eu costumava cantar quando era menina; um dos versos era mais ou menos assim: “Minha esperança está firmada em nada menos que o sangue e a justiça de Jesus; eu ouso não acreditar no mais belo quadro, mas confiar totalmente no nome de Jesus”.
Eu já não canto aquele hino há muito tempo. E se o fizesse, teria de admitir pesarosamente que a letra do meu hino de fracasso financeiro soaria como algo assim: “Minha esperança está firmada em nada menos que caixas automáticos e planos para enriquecer. Eu ouso não viver dentro de minhas condições, mas gastar meu cartão o máximo”.

Deixe-me ser mais direta e específica. Não é necessário ser prolixa nem tomará tanto espaço para escrever, porque não vou estar usando uma linguagem que você não entenda. (Prossiga apenas quando tiver tirado este sorrisinho do rosto!) Eu só tenho uma chance para explicar, mas isto é um blefe! É o trunfo que supera todos os trunfos! E isto sempre me induz a participar de uma grande atividade maníaca na loja de departamentos mais próxima. Então aqui está em toda esta profunda e superficial glória:
Eu gosto de dinheiro e das coisas que o dinheiro compra. E muito.

  • Eletrodomésticos com 75 por cento de desconto em um preço com desconto? Eu gosto.
  • Sorvete de chocolate com cobertura de nozes, encontrado no Aeroporto Internacional O’Hare de Chicago? Eu gosto disso.
  • Revistas de decoração, moeda, beleza, fofocas? Gosto disso também.
  • Pacotes dos distribuidores de livrarias evangélicas? Eu realmente gosto disso!

Não somente gosto destas coisas que o dinheiro compra... Eu sou perigosamente atraída por todo tipo de quinquilharias que julgo serem refinadas.
[...] Nós, fracassados financeiros, parecemos desenvolver uma perigosa paixão por acumular, armazenar, possuir e simplesmente ter coisas. Vamos encarar os fatos, não há muita coisa na terra criada por Deus que eu e outros perdedores financeiros não queiramos! E quanto mais coisas nós tivermos, mais gostaríamos de ter.
É um Mundo Consumista

“E o que há de errado com isto?”, você pode estar se perguntado. Talvez você pense que eu queira persuadi-lo a vender tudo o que tem e ir viver nas montanhas feito eremita. Relaxe, eu não pretendo fazer isto! Nem estou tentando fazê-lo sentir-se culpado por ter uma lista de “coisas a comprar” guardada na gaveta de cômoda.
Não. Não é nada disso.
O que estou tentando dizer é que o problema está em ser acometido pela síndrome do “adquira-e-possua” de nossa cultura, em viver para ter e ter para viver, em ter uma casa cheia de “coisas” ― todas estas coisas raramente satisfazem. A batedeira que você almejava desde 1987 rapidamente perderá seu brilho. E logo logo você estará procurando “mais uma coisinha” para equipar sua cozinha. A casa de quatro quartos com piscina e churrasqueira na qual você depositou todas as suas economias, em algum momento perderá seu brilho também.
E quanto mais ficamos fascinados com as coisas novas que brilham à nossa volta, mais espaço, energia, tempo e dinheiro será necessário para manter o vício do consumo!

Coisas e Caos

Ilyce Glink, uma planejadora financeira [...], faz a seguinte observação:

Quando você compra uma casa grande para acomodar suas coisas, você paga altas taxas, altas contas de luz, altas contas de gás e uma hipoteca maior; somando-se ainda tudo o que estas coisas exigem de custos de manutenção!

Manter ou expandir as coisas que você já tem toma muito dinheiro e tempo. E não estou falando apenas de casas. Coisas simples como uma placa de memória com maior capacidade de armazenamento para o computador do seu filho. Ou “coisas” como férias de família. Apenas visitar um parque temático já o deixa sem algumas centenas de dólares hoje em dia. E Disneylândia? Bem, é mais fácil ganhar uma medalha de ouro olímpica do que passar as férias lá! E não esqueça dos eventos esportivos como jogos de basquete [ou futebol] profissional [...].
Agora, eu imagino que muitos dos leitores ganham consideravelmente mais dólares [ou reais] do que eu e Rick. Outros de vocês mantêm família com salário mínimo. Não é minha intenção fazer um debate entre classes aqui. Pelo contrário, quero chamar sua atenção de perdedor financeiro para simples fato: muitos de nós estamos nadando em dívidas e vivendo um caos conjugal como resultado de nada menos que uma necessidade descontrolada de possuir e acumular coisas. A verdade é que o caos em nosso casamento poderia ter fim se nós simplesmente parássemos de acumular e começássemos a estar satisfeitos com as coisas que já temos.

Texto extraído da obra “Antes que as Dívidas nos Separem: Respostas e cura para os conflitos financeiros em seu casamento”, editada pela CPAD.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº. 8: http://www.sendspace.com/file/ekelz8
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas!


Para meditar...


"...Remindo o tempo." Efésios 5.16

Sempre devemos nos lembrar de que o tempo é uma preciosa dádiva de Deus. Ele nos deu o tempo para que o usemos, e o usemos bem. Em outras palavras: Ele nos deu o tempo para que transformemos os minutos, horas e dias em valores eternos. Se não fizermos isso e perdermos nosso tempo precioso, estaremos desprezando uma grande dádiva de Deus. Devemos nos conscientizar de que o tempo perdido não volta nunca mais. Cada minuto que passa se foi definitivamente; ele não voltará mais nem em toda a eternidade! Por meio do tempo que nos foi dado, temos a possibilidade de trabalhar para Deus. Pois todos os filhos de Deus são Seus colaboradores, cada um no lugar em que Deus o colocou.

Nenhuma pessoa sobre a terra transformou tanto o tempo em valores eternos como nosso Senhor Jesus. João diz no Evangelho: "Há, porém, ainda muitas outras cousas que Jesus fez. Se todas elas fossem relatadas uma por uma, creio eu que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos". O tempo é curto e a causa do Rei tem pressa! Por isso seja fiel na administração e no uso da quantia limitada de tempo que lhe foi confiada. Então um dia você ouvirá: "Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei: entra no gozo do teu Senhor."

Fonte: Chamada.com

Mensagem do dia


22 de Agosto
"Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?" Romanos 9.20

Esse versículo nos mostra que questionar o Criador, o Deus vivo, é uma petulância. Na história do mundo só existe um porquê justificado: o porquê do Senhor Jesus quando exclamou na cruz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Existem mistérios e profundezas de Deus que nós, humanos, com nossa capacidade de percepção extremamente reduzida, nunca poderemos compreender. Toda a eternidade não será suficiente para esgotar e conhecer a fundo a natureza de Deus. Pois tão infinito e eterno como Ele é na Sua existência, tão eterno e infinito Ele é na glória da Sua personalidade. Justamente isso significa que jamais compreenderemos completamente a natureza de Deus. Mas exatamente por essa razão a mensagem do Evangelho é tão preciosa. Deus enviou Jesus, o fiel Salvador, que disse: "Quem me vê a mim, vê o Pai." E por intermédio de Jesus também nos é dada a possibilidade de vitória: "Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo".

Fonte: Chamada.com

Elogios, você tem feito aos seus alunos?

Elogiar é sempre bom! E receber é melhor ainda!

Se você professor costuma elogiar seus aluno, está dando um passo muito importante para combater a evasão escolar.

O aluno gosta de ver que está sendo observado e mais ainda de que sua participação contribui para uma aula dinâmica.

Se ele fala, participa, contribui, responde, endossa e você nem ao menos diz um "ok", um "obrigado", então está na hora de você começar  repensar sua atitude como ensinador.

Faça por onde seu aluno desejar estar mais inteirado do assunto, pois ele fará de tudo para mostrar que é um aluno nota 10 e merece os elogios que recebe.

Elogiar não dói!



EBD - QUESTIONÁRIOS PARA MARATONA

Para dinamizar nossas aulas e incentivar o aprofundamento do aluno no estudo da lição, é necessário diversificar e trazer atividades extras para a classe.

Atualmente estou utilizando o método "maratona na EBD". Todo domingo antes da lição ser comentada, aplico um questionário com 5 questões da lição anterior, onde ao final do trimestre os 3 alunos que tiverem mais pontos(cada questão vale 1 ponto) ganharão presentes especiais e edificantes(livros, cd´s).

Até agora tem sido um sucesso! O mais importante é que todos tem participado e a frequência na nossa escola está ótima. Diminuiu a evasão escolar e a participação melhorou.

O bom de tudo é que além de estudarem para a próxima lição, os alunos ainda aprofundam o estudo na lição passada e, consequentemente, aprendem mais.

Caso alguém se interesse, vou começar a postar os questionários toda sexta-feira para download.
É só baixar e aplicar na sala de aula. Qualquer dúvida é só perguntar, mandando um e-mail para: filhocon@yahoo.com.br

Abraço!!

Link´s para downloads:

Lição 2: http://www.sendspace.com/file/f24jmk
Lição 3:http://www.sendspace.com/file/gs8klt
Lição 4:http://www.sendspace.com/file/2riwgc
Lição 5:http://www.sendspace.com/file/bj87ie
Lição 6:http://www.sendspace.com/file/c69moa
Lição 7:http://www.sendspace.com/file/ymiecf

E se tivéssemos um "IDEB' nas nossas EBD's?

Saiu o resultado do Ideb 2011, e a realidade nos mostra que pouca coisa mudou nos índices da educação nos níveis fundamental e médio no Brasil.

Apesar de algumas escola conseguirem alcançar a "meta"(e que meta!) que fora estabelicida. A realidade nos mostra que ainda é grande a fragilidade de nossos fundamentos educacionais.

Mas não sou analista educacional e nem estou apto a isso. Deixo para quem sabe.

O que pretendo nestas poucas letras digitadas é perguntar aos que leem alguma coisa, vez em quando neste blog, qual seria o resultado de uma pesquisa como essa em nossas EBD's Brasil a fora?

Estaríamos comemorando agora? ou Estaríamos lamentando mais ainda?



Desculpem, mas desviei!

Depois de muitos dias de questionamento cheguei a uma conclusão: Estou desviado! Falo isso porque há tempos minha "minha antiga fé" vem sofrendo "ataques", pois eu era mais crente em algumas coisas que aconteciam dentro de nossas igrejas. Será que à medida que eu for lendo mais a Bíblia isso vai acontecer, pois essa "estranha mudança" aconteceu depois de eu dedicar mais de meu tempo ao estudo e meditação nas Sagradas Escrituras.
Antes de essa metamorfose acontecer em minha mente eu acreditava que não podia nem sequer criticar algumas posturas inadequadas de supostos "homens de Deus" pois sempre que pensava em tal procedimento, uma "voz" me dizia: "não toqueis nos meus ungidos!". Aprendi isso em meu "discipulado" empírico, fruto da convivência com "humildes" servos de Deus, não dados ao senso crítico e opinião própria.

Lembro-me também que eu cria em todos que chegavam dizendo: "Eis que eu falo contigo varão...". Eu cria que para ter novamente a comunhão com Deus, quando eu fracassava na estrada da fé, precisava contar tudo ao meu superior para novamente ter a "alegria da salvação" que eu tinha "perdido". 

Eu era assíduo frequentador dos cultos temáticos e suas campanhas dos 7 dias, 7 madrugadas, 7...! São tantos. Mas hoje, "desviado", não consigo mais sentir alegria nesses eventos. Contento-me com um culto onde não é necessário "romper em fé" e "tomar posse da bênção", adorar a Deus e ouvir sua Palavra já me deixa muito satisfeito.

Pergunto: onde está a minha "fé" nas orações feitas no monte? Não que orar no monte seja errado, eu sei. Mas eu nutria um certo ar de fé especial naquele lugar. Pois quando eu descia me sentia mais "espiritual" e mais preparado do quê quando orava com meus irmãos dentro do templo. Será que estou desviado?

Aprendi, lendo mais essa Palavra que não importa onde eu esteja, quando eu orar com fé e humildemente me colocar diante do altar de Deus, Ele me ouvirá! Aleluia!

Ainda vou ao monte, pois gosto daquele lugar, mas não com aquele misticismo de outrora. 

Desviei-me sim, mas das práticas que em nada contribuíam para meu amadurecimento  espiritual. A "culpa" é da Bíblia que eu leio!

Com suas verdades mais penetrantes que espada de dois gumes, ela chegou e "abalou" a minha fé antiga.

Não creio mais nas coisas que eu falei e em outras mais como: anjo em todo lugar, que a voz do "homem de Deus" é a voz de Deus, não importa o que ele diga. Passei a não crer mais nos "escolhidos" que foram ao céu e trouxeram um complemento à Palavra de Deus(verdades novas).

Orem por mim...para que eu continue desviado de tudo isso!

EBD 2012: A divisão espiritual no lar


Artigo escrito para servir de subsídio aos estudantes da Bíblia Sagrada, aos que fazem uso da revista Lições Bíblicas, cujo tema é Vencendo as Aflições da Vida, com comentários de Eliezer de Lira e Silva, lecionada no terceiro trimestre de 2012. Porém, todo o conteúdo é abrangente, serve a toda alma que deseja se alimentar da Palavra de Senhor.

Quem prestigia este blog sabe que eu utilizo com frequência as seguintes referências bíblicas:

• Efésios 2.13-14: "Cristo Jesus ... ele é a nossa paz ...";

• João 4.27: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." 

Costumo, também, relembrar que a raiz etimológica do termo "paz" na Bíblia Sagrada. Significa muito mais do que a ausência de guerras e brigas. O termo foi usado nas páginas do Novo Testamento (em grego: eirene) e Antigo Testamento (shalom), com o sentido de prosperidade no sentido mais profundo, que atinge a vida finaneira, a alma e o espírito. É o bem-estar físico, viver a vida com saúde, ter finanças equilibradas e bom relacionamento com Deus. 


Não faz muito tempo que uma leitora interpelou a mim e comentou sobre a questão de a Bíblia Sagrada afirmar que Jesus é a nossa paz,  que Ele disse trazer a paz e entregá-la de uma maneira especial a nós e ao mesmo tempo afirmar que veio trazer espada para dentro dos lares.

"Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada; porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e assim os inimigos do homem serão os seus familiares. Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim." -  Mateus 10.34-38.

Esta declaração está muito clara. Trata da questão de quem amamos mais, se a Deus ou se aos nossos parentes mais próximos. Devemos amá-los, mas ao Senhor deve ser reservado o trono de nosso coração.


Se eu amar mais a mim mesmo, sou ególatra. Se eu amar mais ao meu cônjuge, sou idólatra. Devo amar ao próximo como a mim mesmo e a Deus sobre tudo e todos. "E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes." -  Marcos 12.29-31.


Gostei desta observação contida na revista: Quando Deus criou o mundo declarou que tudo era bom (Gênesis 2.18). A única coisa que o Criador disse não ser boa era o fato de o homem viver só (Gênesis 2.18). Por isso fez para Adão uma adjuntora, Eva, formando assim a primeira família (Gênesis 2.22). Não faz parte do plano divino que o casal se divorcie (Mateus 5.31, 32; 19.3-9; Marcos 10.2-12).

O articulista da revista Lições Bíblicas usa muita clareza quando escreve que "o plano de Deus é que a família toda sirva a Cristo como Senhor e Salvador". É isso, mesmo. Quando um casal casa-se sendo marido e esposa descrentes e após a realização do matrimônio um deles se converte, não havendo resistência quanto à prática de fé por parte do não convertido, o dever do convertido é continuar casado - não divorciar-se -  e esforçar-se para dar bom testemunho dentro do lar, objetivando ganhar o (a) parceiro (a) para Cristo através do comportamento cristão exemplar na rotina familiar. Referências: 1 Coríntios 7.12, 13, 15.

E.A.G.

4º Trimestre de 2012 - Os Doze Profetas Menores - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo


 4º Trimestre de 2012: Os Doze Profetas Menores - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo
 Comentarista: Pr. Esequias Soares
 Lições
Lição 1: A Atualidade dos Profetas Menores
Lição 2: Oséias - A Fidelidade no Relacionamento com Deus
Lição 3: Joel - O Derramamento do Espírito Santo
Lição 4: Amós - A Justiça Social como Parte da Adoração
Lição 5: Obadias - O Princípio da Retribuição
Lição 6: Jonas - A Misericórdia Divina
Lição 7: Miquéias - A Importância da Obediência
Lição 8: Naum - O Limite da Tolerância Divina
Lição 9: Habacuque - A Soberania Divina Sobre as Nações
Lição 10: Sofonias - O Juízo Vindouro
Lição 11: Ageu - O Compromisso do Povo da Aliança
Lição 12: Zacarias - O Reinado Messiânico
Lição 13: Malaquias - A Sacralidade da Família