A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE - LIÇÃO 13

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição de nº. 12, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD.


Texto Bíblico: Marcos 1.35-45

INTRODUÇÃO

I – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE
II – NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA
III – O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA

CONCLUSÃO

CRESCENDO À SEMELHANÇA DAS CRIANÇAS

Por

David Jeremiah

Se queremos adorar em espírito e em verdade, precisamos redescobrir a capacidade de nos maravilharmos, a qual Deus colocou dentro de cada um de nós. Ela foi distorcida pelo pecado, de forma que nossas percepções foram confundidas. O oposto preciso de maravilha é ceticismo, e eu duvido que alguma vez houve um tempo mais caracterizado por ceticismo  que este em que vivemos. Se não tivermos cuidado, cairemos nesta armadilha. Afinal de contas, o ceticismo está no ar cultural que respiramos diariamente. A menos que você viva em uma ilha deserta, passa mais tempo exposto a atitudes céticas do que comendo ou se exercitando. Pense em nossos programas de televisão. Considere os filmes a que nossos jovens assistem e a música que pulsa em seus fones de ouvido.
Depois de 11 de setembro de 2001, houve muita discussão na mídia sobre “a morte da ironia”, mas na realidade pouco mudou. Há uma cultura do sarcasmo que tem, há décadas, se infiltrado em nossa mídia e chega até nós através de muito de nossos líderes a fim de infectar a todos. Frequentemente digo que não vejo como um servo compromissado com Cristo pode manter uma atitude sarcástica a título de humor, porém temos muito poucos outros modelos diante de nós. Depois de um tempo, não nos maravilhamos mais com Oz, o Grande e Poderoso ― estamos esticando nossos pescoços para achar o pequeno homem encolhido atrás da cortina. Estamos certos de que deve haver um, pois tudo parece ser uma fraude e subterfúgio. Enquanto o pregador está nos falando sobre Deus, estamos desejando saber quanto pagam a ele para pregar o sermão. O ceticismo é uma infecção mortal que corrói nossa habilidade pueril de sermos surpreendidos e nos maravilharmos. Ele corrói nossos canais de adoração, e esta é uma doença terminal.
Este não é um problema novo, naturalmente. Jesus enfrentou os céticos a cada esquina. Não só os fariseus eram incapazes de participar da experiência maravilhosa dos seus milagres e ensinos, mas até mesmo os seus próprios discípulos constantemente falhavam em alcançar um entendimento maior. Tantas das suas parábolas convidavam os ouvintes a se maravilhar ante à grandeza do Reino de Deus, mas quase todos não entenderam o essencial. Finalmente, como não pudessem ver o quadro maior, Ele lhe deu um pequeno. Pôs em seu colo uma criancinha. Os discípulos forma surpreendidos; eles achavam que as crianças não eram merecedoras do tempo do Mestre, e geralmente as mantinham à parte:

Mas Jesus, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus. Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança não entrará nele.

― Lucas 18.16,17

O tema principal aqui, naturalmente, é a humildade. (Mateus 18 nos fala que os discípulos estavam discutindo ― outra vez ― sobre quem seria o maior no Reino de Jesus.) Todavia, humildade e maravilha andam de mãos dadas. Nossa fé precisa ser pueril, não infantil. Precisamos redescobrir o temor de Deus. Muito do cristianismo contemporâneo, como nós percebemos, se refere a Deus em termos muito casuais, como principal Melhor Amigo o que, naturalmente, Ele é. Mas se não tivermos cuidado, nós o colocamos do nosso tamanho. Então nosso Deus se torna muito pequeno. Não precisamos de um deus conveniente e compacto. Precisamos daquEle que nos faça cair de joelhos, que nos deixe mudos, que faça nossos olhos brilharem com o seu fogo e nos despeça como pessoas transformadas. E precisamos deste Deus a cada momento do dia.

Texto extraído da obra “O Desejo do Meu Coração: Vivendo Cada Momento na Maravilha da Adoração”, editada pela CPAD.   

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AS DORES DO ABANDONO - LIÇÃO 12


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Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD.


I – O ABANDONO FAMILIAR
II – O ABANDONO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS
III – O DEUS QUE NÃO ABANDONA

CONCLUSÃO

ACEITAR A VIDA EM SEUS TERMOS: LIGADOS A JESUS

Por

Don Schmierer e Lela Gilbert

Infelizmente, uma atitude de gratidão é, em geral, a primeira a desaparecer quando as coisas ficam difíceis. E existem muitas coisas difíceis na vida para as quais não encontramos respostas fáceis. Perguntamos sobre os motivos, e somos recompensados com o silêncio.
Já passei por alguns desses desafios. Depois de um dos meus acidentes, o doutor gentilmente informou sobre aquilo que provavelmente estaria à minha espera. Suas palavras ainda soam aos meus ouvidos: “Don, suas costas estão tão ruins que se sofrer um escorregão nós teremos que empurrar você numa cadeira de rodas pelo resto da sua vida”. Para dizer o mínimo, eu não estava interessado em ouvir a notícia, nem no restante do que ele disse: “Se eu operar as suas costas, você vai ter 50% de chance de ficar pior do que está agora. Meu conselho é que você cerre os dentes e aprenda a suportar a dor”.
Depois dessas palavras, eu fiquei realmente deprimido. Queria me enfiar no buraco escuro da autopiedade. Não sei dizer como minha esposa enfrentou isso, mas de uma coisa estou certo, ela estava orando com fervor e confiando no Senhor para conseguir forças. Felizmente, algumas passagens das Escrituras vieram à minha mente, exatamente no momento oportuno, antes que minhas emoções atingissem o nível mais baixo. Uma delas foi Mateus 11.28: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”. Encontrei outras palavras de encorajamento em 1 Pedro 5.7: “Lançando sobre ele todo a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”.
O significado desses versos para mim era que Jesus se preocupava com o meu sofrimento e queria participar dele. Deus estava me dando uma grande oportunidade de me unir ao seu Filho Jesus. Quando entendi as suas palavras, resolvi agradecer-lhe em oração a cada manhã, pelo privilégio de dar o meu sofrimento a Jesus, e por participar do seu sofrimento. Afinal de contas, Ele passou pelo indescritível sofrimento de morrer na cruz e Ele fez isso por mim. Aquilo que antes eu havia entendido como sendo parte totalmente negativa da existência humana tinha se transformado em alguma coisa positiva – uma identidade especial com Jesus. A dor não foi embora; eu simplesmente passei a encará-la de forma diferente.
Esse é um importante princípio, afinal, se queremos realmente conhecer a Cristo e experimentar o seu poder em nossa vida devemos participar do sofrimento pelo qual Ele passou. Como Paulo escreveu: “Para o conhecer, e o poder da ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos...” (Fp 3.10 – ARA). Num sentido semelhante, quando sofremos, somos capazes de participar do sofrimento dos nossos irmãos e irmãs em Cristo em todo o mundo. Podemos oferecer o nosso sofrimento a Cristo como um reconhecimento dos seus sofrimentos e dos sofrimentos dos seus filhos, nossos irmãos. Ou podemos sentir pena de nós mesmos. A escolha é nossa!
Mas quando descobrimos a graça de agradecer a Deus por nossas lutas, recebemos a paz em meio ao sofrimento. Acredito que existe uma grande parcela de verdade nas palavras de Vaclev Havel: “Podemos descrever melhor a cura como sendo a conquista da paz interior”. Quando fazemos as pazes com o nosso sofrimento, tornamo-nos muito mais capazes de receber a cura. Mas somente se torna possível experimentar a paz de Deus quando expressamos a Ele a nossa gratidão.
Infelizmente, existem ocasiões em que nos recusamos a agradecer a Deus pelas nossas lutas porque, em primeiro lugar, estamos magoados pelo fato de Ele ter permitido que elas acontecessem. Dr. James Dobson fala francamente sobre isso em seu livro When God Doesn’t Make Sense (Quando Deus não Faz Sentido):

Minha preocupação é que, aparentemente, muitos crentes pensem que Deus lhes deva proporcionar uma viagem tranquila, ou, pelo menos, uma explicação satisfatória (e talvez até algum pedido de desculpas) pelas dificuldades que enfrentam. Entretanto, jamais devemos nos esquecer de que, afinal de contas, Ele é Deus. Ele é o Soberano, Santo e Majestoso. Não presta contas a ninguém. Não é um garoto de recados à procura das missões que distribuímos. Não é um gênio que sai da garrafa para satisfazer os nossos caprichos. Ele não é nosso servo – nós é que somos servos dEle. E a razão da nossa existência é glorificá-lo e honrá-lo. Mesmo assim, Ele resolve explicar os seus atos na nossa vida. Às vezes, sua presença é tão real como se tivéssemos encontrado frente a frente. Mas, outras vezes, quando nada faz sentido – quando aquilo pelo que estamos passando não é justo, quando nos sentimos totalmente sozinhos na sala de espera de Deus – Ele diz simplesmente: “Confie em mim”.

Texto extraído da obra “Curando as Feridas do Passado: Encontrando, enfim, a Paz Interior”, editada pela CPAD.

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INVEJA, UM GRAVE PECADO - LIÇÃO 11


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Texto Bíblico: 1 João 2.9-15

INTRODUÇÃO

I – A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO
II – A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA
III – A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE

CONCLUSÃO

INVEJA MORTAL

Por

Richard W. Dortch

Do auge do poder os homens não levantam mais os olhos para o alto, mas começam a olhar ao seu redor.
James Russell Lowell

Em 1977, Robert J. alcançou a lista de best-sellers com seu livro Looking Out for Number One (“Cuidando do Número Um”). Este filósofo do povo, na década de 1970, guiou seus leitores “na jornada mais excitante e compensadora de suas vidas” através de pensamentos como este: “O primeiro dever moral do homem está na busca do prazer, desde que ele não interfira com os direitos alheios”. 
Segundo Ringer, as pessoas sempre agem de acordo com os seus interesses. Portanto, a melhor e mais respeitável solução está em confrontar esse desejo e fazer uso dele. A filosofia de auto-interesse de Ringer não é certamente a única. Atividades egoístas e hedonistas, entremeadas de megadoses de cobiça e inveja e revestidas de frases positivas orientadas na direção do sucesso, se tornaram tendências “saudáveis” da moda em anos recentes.
É de admirar que os livros mais populares contenham slogans narcisistas, que produzem inveja, tais como:
Cuidando do número um.
Vencendo pela intimidação.
O poder não é tudo, é a única coisa.
Você pode ter tudo.
Se você tiver dinheiro e poder, pode realizar todos os seus sonhos.
As canções populares também refletem essa tendência “da moda”. O cantor country, Tom T. Hall, ao cantar sua filosofia de vida, condensa-a em seis palavras profundas: cavalos rápidos, mulheres jovens, mais dinheiro.
Os artistas e autores não estão sozinhos em suas doutrinas sedentas de poder. Os governos de hoje acham-se igualmente cheios de inveja e cobiça. Milhares continuam morrendo em guerras que surgem a partir de controvérsias provocadas por este tipo de maldade. A extravagância compulsiva e os ciúmes relacionados a ela alcançaram proporções epidêmicas.
Segundo Richard J. Foster, “a cobiça contemporânea por mais, mais e mais é claramente psicótica. Ela perdeu completamente o contato com a realidade. O abismo entre a pobreza do Terceiro Mundo e a riqueza do Primeiro está se acelerando a uma velocidade alarmante”.
Foster também apontou a cobiça por “mais” em todos os segmentos da sociedade. A idolatria de hoje é a do poder. Livros às centenas apelam a nossas paixões maquiavélicas”.   
Há líderes políticos que gastam mais energia fazendo manobras a fim de conseguir posição do que servindo ao bem público. E alguns executivos se interessam mais em ficar no alto da lista que em criar um produto útil. Alguns professores universitários procuram mais a sofisticação que a verdade e há líderes religiosos que cuidam mais da própria imagem que do Evangelho.

Onde Tudo Começou

Vamos enfrentar os fatos – a ideia de ser o número um, de ter poder, sucesso, dinheiro e prestígio, é muito sedutora.
Essa ideia tem sido o “coração” do mal desde que Lúcifer comparou o que possuía com o que Deus tinha. Ele sentiu-se roubado na parte que recebeu.
Alguma coisa mudou realmente desde que Eva olhou para o fruto e acreditou nas palavras da serpente. De fato, suas palavras foram estas: “Você tem de cuidar do número um, menina. Deus está querendo enganá-la. Tem de pegar sua parte. Você na verdade pode ter tudo”.
A inveja também obscureceu a mente de Caim, afastando-o da verdade. Como resultado, o sangue de seu irmão Abel correu sobre a terra amaldiçoada e a história se alterou tragicamente. Os temas ciúme, inveja e cobiça percorrem os séculos.
Os irmãos de José tiveram inveja do favor de seu pai Jacó, e cobiçavam o papel de filho favorito. Certo ou errado, Jacó escolheu José para um lugar especial na família. Deus, por sua presciência, deu sonhos a José, que estava sendo preparado, sem saber, para sofrimentos e triunfos futuros.
A inveja é geralmente baseada no temor - medo de perder algo. A inveja é sempre uma emoção egoísta.
Deus deu sonhos a José, e então seus irmãos perderam o prestígio. Quando Jacó presenteou José com uma túnica multicolorida, o orgulho e a auto-estima dos irmãos foram feridos, produzindo a necessidade de retaliação. José, caminhando para Siquém, foi um alvo fácil para o ódio invejoso deles.
A inveja tem como elementos inerentes as três coisas que tornam o sistema mundial perverso e rebelde contra Deus: “... a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida” (1 Jo 2.16).
A concupiscência da carne produz cobiça, feitiçaria, idolatria, ódio e rivalidades invejosas.
A concupiscência dos olhos encontra expressão na luxúria, cobiça, adoração de ídolos e práticas malignas.
A soberba da vida exibe sua arrogância na justiça própria e no desejo de posição, poder, riquezas e força, gloriando-se em atividade hedonistas.
Teríamos nós, cristãos do século... [XXI], o direito de apontar o dedo para Lúcifer ou mesmo para os irmãos de José? Enfrentemos a verdade: todos possuímos uma chama secreta, queimando pelo desejo de “ter tudo”. E, se não podemos ter tudo o que desejamos, satisfazemo-nos com simples destronar dos que parecem ser símbolos de saúde, riqueza e sucesso.   


Texto extraído da obra “Orgulho Fatal: Um ousado desafio a este mundo faminto de poder”, editada pela CPAD.

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