ELIAS E ELISEU: UM MINISTÉRIO DE PODER PARA TODA A IGREJA (LIÇÕES BÍBLICAS 1º TRIMESTRE/2013)



As Lições Bíblicas da CPAD para o 1º Trimestre/2013 trabalhará o tema “Elias e Eliseu: Um Ministério de Poder para toda a Igreja”, e terá como comentarista o pastor e amigo José Gonçalves.


Os temas semanais serão:
Lição 1- A Apostasia no Reino de Israel
Lição 2- Elias, o Tisbita
Lição 3- A Longa Seca Sobre Israel
Lição 4- Elias e os Profetas de Baal
Lição 5- Um Homem de Deus em Depressão
Lição 6- A Viúva de Sarepta
Lição 7- A Vinha de Nabote
Lição 8- O Legado de Elias
Lição 9- Elias no Monte da Transfiguração
Lição 10- Há Um Milagre em Sua Casa
Lição 11- Os Milagres de Eliseu
Lição 12- Eliseu e a Escola de Profetas
Lição 13- A Morte de Eliseu 

Temas de grande importância prática e doutrinária são aqui abordados, que certamente promoverá a edificação da Igreja. Tive a honra e o privilégio de prefaciar o livro do pastor José Gonçalves, que servirá de apoio e subsídio para a presente Lição.

Fonte: Blog do Artur Ribeiro via Altair Germano



Ética Cristã no culto

A responsabilidade dos salvos na qualidade da adoração



O pastor Antonio Gilberto fala no artigo abaixo sobre ética no culto a Deus. O assunto é muito importante e de leitura necessária para todos nós que nos preocupamos em acertar o alvo quando nos apresentamos para adorar a Deus. 
Essa é a parte I do artigo e espero que sua leitura edifique todos os que por aqui passam.


"Há dois célebres textos que falam da ética cristã no culto: “Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos”, Ec 5.1; “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”, Jo 4.24.

Ética é a ciência que nos ensina sobre o que somos obrigados a fazer, o que somos permitidos fazer e o que somos proibidos de fazer. Em suma, é a ciência que trata dos nossos deveres para com Deus, para com o próximo e para conosco mesmos. Apliquemos esses princípios no campo espiritual relacionado com o culto divino realizado no templo, ou seja onde for, e teremos um culto cristão de qualidade.
 
A adoração a Deus e o zelo
 
Toda adoração a Deus requer de nós um preço a pagar. Adoração sem preço, sem renúncia, não é verdadeira adoração. Veja o exemplo de Davi: "Porém o rei disse a Araúna: Não, porém por certo preço to comprarei, porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que me não custem nada. Assim, Davi comprou a eira e os bois por cinqüenta siclos de prata", 2Sm 24.24.

Sempre existiram dois tipos de adoradores: os bons e os maus. Há muitos exemplos na Bíblia: Abel e Caim (Gn 4); Maria de Betânia e Judas Iscariotes (Jo 12); Abraão e Ló (Gn 18).

O assunto que passo a abordar relaciona-se ao melhoramento do culto divino, isto é, sua ordem, decência, reverência e espiritualidade, principalmente no templo. Todos os salvos têm uma parcela de responsabilidade na obra de Deus, e isso inclui a cooperação para a boa ordem no culto. Há necessidade de que cada um de nós sinta dores de coração, angústia e preocupação pelo estado de coisas por que passa o culto ao Senhor em nossas Casas de Oração atualmente. O que ocorre com este autor deve ocorrer com você também, que ama a Casa e a causa do Senhor. Que em nós se cumpra o que está escrito em João 2.17: “O zelo da tua casa me devorará”. Isto é, me consumirá.

No próximo artigo, daremos continuidade a este importante assunto, falando sobre o recinto, o som, a música e os cantos no templo."

Artigo do Pr. Antonio Gilberto - CPADNews (Parte I)

AMÓS — POLÍTICA E JUSTIÇA SOCIAL COMO PARTE DA ADORAÇÃO - LIÇÃO 4


ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 



TEXTO ÁUREO
“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus” (Mt 5.20).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE AMÓS
II. POLÍTICA E JUSTIÇA SOCIAL
III. INJUSTIÇAS SOCIAIS
IV. A VERDADEIRA ADORAÇÃO

CONCLUSÃO

EU E O PRÓXIMO

Geremias do Couto

“Não podemos estar bem com Deus enquanto estivermos cometendo injustiça contra o nosso semelhante”

Martyn Lloyd-Jones

[...] A dignidade do próximo

Observa-se, para começar, que o Mestre manteve a mesma linha de pensamento [sobre o relacionamento digno com o próximo], mesmo quando passou a tratar de questões específicas no Sermão do Monte. Assim, por seis vezes, no capítulo cinco de Mateus, usou a expressão (ou parte) “ouviste que foi dito aos antigos” para reportar-se à forma legalista como os fariseus lidavam com os ditames da lei mosaica. Segundo a crítica exegética, a frase, no original, não questionava a lei em si mesma, mas o modo como os mestres religiosos de então a interpretavam.
[...] O fariseus emprestavam à lei conotação estritamente jurídica, sem atentar necessariamente para a sua essência, chegando ao ponto de lhe incorporarem outros preceitos que desfiguravam os seus propósitos e a tornavam um jugo extremamente pesado. Este era o caso em relação ao direito à vida. Enquanto os fariseus viam a questão somente do ponto de vista legal em que o condenado pela morte de alguém sofreria a pena prevista, tornando-se réu de juízo, Jesus tratou do problema na origem, trazendo à tona as intenções do coração para reprovar qualquer comportamento agressivo contra o próximo.
Percebe-se que na visão farisaica não havia lugar para que o delito fosse tratado à luz de suas verdadeiras causas. Bastava simplesmente a presunção da culpa para determinar a sentença punitiva, sem ao menos discutir os motivos que levaram o réu a tal ato. Sequer considerava-se o propósito maior da lei, que era prevenir qualquer tipo de transgressão contra Deus mediante a certeza de o infrator sofrer também o julgamento divino em razão da desobediência. Martin Lloyd-Jones viu a questão desta maneira:

(...) o que eles [os fariseus] faziam de errado é que reduziam e confinavam as sanções às quais essa proibição estava associada a uma mera punição às mãos dos magistrados civis. “Quem matar estará sujeito a julgamento”. Nesse caso, “julgamento” indicava apenas o juízo baixado por algum tribunal local. E o resultado de tudo isso é que eles meramente ensinavam: “você não deve cometer homicídio, porque se o fizer, correrá o risco de ser castigado por um magistrado civil” (Martin Lloyd-Jones, Estudos no Sermão do Monte (Editora Fiel), p.207).

Essa concepção distorcida, como se vê, retirava da lei o seu verdadeiro sentido e reduzia a importância do relacionamento com o próximo a um simples ato jurídico que se preocupava apenas em punir nos casos em que houvesse morte. Mas, segundo a ótica do Mestre, tirar a vida de outrem é a consequencia desastrosa final de um processo que pode ter-se iniciado bem lá atrás, com uma agressão verbal aparentemente de pouca monta. Em outras palavras tem tudo a ver com a maneira como nos relacionamentos com os nossos semelhantes e com a santidade do coração.
Por isso, o Senhor fez questão de deixar claro que o espírito da legislação mosaica ia além da morte física, pois há também o assassínio psicológico. É aquele em que, mesmo não havendo o trágico desenlace do homicídio, a vida moral do próximo é destruída sem dó nem piedade mediante toda a sorte de injúria, calúnia e difamação. É quando, na hora de optar entre o interesse pessoal e o comunitário, nem se cogita da segunda hipótese. Ao contrário, tudo é válido com o fim de assegurar os privilégios pessoais, inclusive sonegar o direito do próximo, nem permitir-lhe o justo acesso aos meios de sobrevivência. Desde que não seja eu, os outros podem até morrer, mesmo vivendo.

Texto extraído da obra “A Transparência da Vida Cristã”, editada pela CPAD.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 02:http://www.sendspace.com/file/ycmi54
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas! 

JOEL — O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO - LIÇÃO 03


ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 




TEXTO ÁUREO
“E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos” (At 2.17).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE JOEL NO CÂNON SAGRADO
II. A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO
III. HORIZONTES DA PROMESSA
IV. O FIM DOS TEMPOS

CONCLUSÃO

JOEL

Esequias Soares

O texto não menciona o período em recebeu ele os oráculos divinos, algo diferente daquilo que fizeram muitos outros profetas, como Isaías, Jeremias, Ezequiel, Oseias, Amós, etc. Ele simplesmente se apresenta como “filho de Petuel” (1.1). A data tradicional de sua composição é 835 a.C., mas os críticos liberais a questionam alegando que o livro não faz menção alguma de reis de Israel ou de Judá, nem o problema da idolatria. Eles acrescentam ainda que a frase: “em que removerei o cativeiro de Judá e de Jerusalém” (3.1) está associada aleatoriamente com o cativeiro babilônico, e com os do período de Filipe II, rei da Macedônia, pai de Alexandre, o grande. Assim, datam o texto como obra do ano de 350 a.C.
Essas alegações são meras interpretações dos fatos, pois Joel era profeta de Judá e não é surpresa alguma a ausência do Reino do Norte em seus oráculos. Israel é mencionado três vezes, mas não como as dez tribos do norte, e sim, como a nação no fim dos tempos (2.27;3.2,16), pois os capítulos 2 e 3 são escatológicos. Há no seu livro um apelo nacional para jejum e santificação: “Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu tálamo. Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR, entre o alpendre e o altar” (2.16,17). A mensagem menciona o povo, os anciãos, os sacerdotes, os ministros do Senhor, mas não aparece a figura do rei porque se trata do período da regência de Joaiada, durante a infância de Joás (2 Rs 11.4; 2 Cr 23.1-11), e a idolatria não era o problema de Judá naquela época. Nada afirma nesses oráculos que o “cativeiro” (3.1) seja o babilônico, e não é, pois o contexto é muito claro em mostrar que se trata do retorno da segunda diáspora, que começou em 70 d.C. A presença dos gregos no v.6 não é impossível, visto que descobertas arqueológicas registram a presença helênica ali desde o século oitavo a.C.
Os inimigos mencionados são os fenícios, “Tiro e Sidom” e a “Filístia”, (pelesheth) em hebraico (3.4[4.4]), egípcios e os edomitas (3.19), justamente os povos que na época era fortes e agressivos. Isso significa que a composição do livro aconteceu ainda num período em que a Assíria e a Babilônia não eram ameaças para Judá.

Texto extraído da obra “O ministério Profético na Bíblia: A voz de Deus na Terra”, editada pela CPAD.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 02:http://www.sendspace.com/file/8lmx7c
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas! 


Púlpito da Silva concede entrevista ao blog Ebdicas

Sr. Púlpito da Silva
Sr. Púlpito da Silva, entrevistado do blog Ebdicas














O blog Ebdicas conseguiu com exclusividade uma entrevista com o Sr. Púlpito da Silva. 

Silva é um amigo do blog e de vez em quando dá o ar de sua graça. Sempre com declarações polêmicas e bom humor, ele contas suas labutas no Tocantins e no Brasil a fora.

Na entrevista, Silva responde a alguns temas, entre eles temos: política(não podia ficar de fora), modismos nas igrejas, evangélicos, etc.

Vamos então à entrevista. A sequência é: pergunta do blog e resposta do Sr. Púlpito.

Blog - Senhor Púlpito, tudo bem? Quanto tempo, o que o senhor estava fazendo?

Púlpito da silva - Olá Ebdicas estou ótimo! Realmente faz muito tempo desde nossa última conversa (clique e veja). Eu andei um pouco ocupado sendo constantemente usado por esses últimos dias. Sabe como é né, congressos, cruzadas, reuniões, festas comemorativas e, infelizmente, política!

Blog - É senhor Púlpito parece que não mudou muita coisa desde aqueles tempos hein?

Púlpito da Silva - E como não mudou, caro Ebdicas, como dizem aqui no Tocantins o "trem" tá ficando é pior!

Blog - Conte-nos então Silva o que tem causado essa tristeza em você nessas "novidades" no meio evangélico

Púlpito da Silva - Vamos lá então! Quero primeiro dizer que estou preocupado com os rumos das igrejas evangélicas no Brasil.Tenho visto que os "shows gospel" estão cada vez mais ganhando espaço em lugar do cultos de louvor e adoração a Deus. Os jovens estão aceitando a secularização de forma escancarada e a maioria dos líderes são convenentes com tudo isso. 
Lembro de quando eu era usado por jovens humildes que não queriam outra coisa a não ser louvar a Deus e pregar a Palavra d'Ele com ousadia e reverência.
Acredita amigo que diante de mim vi jovens sendo batizados no Espírito Santo e falar em línguas estranhas. 
Mas hoje em dia...(senhor Silva chora). Desculpe, continuando, hoje em dia o que mais vejo são jovens que não reverenciam o horário do culto, tens uns que desejam mais o aparelho eletrônico que tem nas mãos(celular) do que receber uma oportunidade para usar esse velho púlpito que vos fala. É triste!

Blog - Realmente Sr. Silva, as coisas parecem que vão de mal a pior. Mas há alguma outra novidade triste no cenário evangélico?

Púlpito da Silva - Tem sim. Vou citar algumas mais, como exemplo: Capoeira dentro da igreja, Festa junina gospel, MMA gospel, liberalismo consuetudinário(usos e costumes), entre outros.

Blog - O senhor falou que estava sendo usado na política! Ouvi errado ou foi isso mesmo? Que eu saiba o seu lugar de trabalho não é o altar das igrejas?

Púlpito da Silva - Caro Ebdicas, bom que todos pensassem como você mas infelizmente, para vergonha do nome de Deus eu estou sendo usado para práticas politiqueiras dentro da própria igreja.
E não bastasse o "pastor" ficar politicando em cima de mim, o bandido ainda coloca seus amigos políticos que nem crentes são para soltarem suas inverdades sobre mim. Pode Ebdicas?

Sei que sou um mero serviçal e meu trabalho é ficar ali no altar, parado esperando alguém usar-me para pregar a Palavra ou cantar louvores a Deus, mas dói ver que não está acontecendo assim em muitos lugares e eu não aguento ficar calado. Por isso agradeço a você por essa entrevista.

Blog - De nada senhor Púlpito, nós é que agradecemos sua disposição em atender-nos.

Vamos agora a mais algumas perguntas enviadas pelos leitores do blog Ebdicas...


Continua...





OSEIAS – O MATRIMÔNIO COMO EXEMPLO DE RELACIONAMENTO COM DEUS - Lição 02


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TEXTO ÁUREO
Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo(2 Co 11.2).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE OSEIAS
II. O MATRIMÔNIO
III. A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO
IV. O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL

CONCLUSÃO

OS AMADOS DE JEOVÁ (11.2-4)

Esequias Soares

1. Israel recusou muitas vezes o chamado de Deus. ... como os chamavam, assim se iam da sua face; sacrificavam a baalins... (v.2). A BHS [Bíblia Hebraica Stuttgartensia] traz uma variante mipanay hem, o termo panay significa “minha face”. É o que encontramos na LXX: ek prosopou mou. A NVI [Nova Versão Internacional] e a VR [Versão Revisada de Acordo com os Melhores Textos Hebraico e Grego] também seguiram essa linha, usando o pronome da primeira pessoa: “mais eles se afastavam de mim”.
O que o profeta está dizendo é que quanto mais Jeová os chamava para junto de si, mais eles se distanciavam, oferecendo culto aos baalins, às imagens de escultura. As versões ARC, ARA, TB colocaram o pronome na terceira pessoa. Dessa forma significa que quando mais Jeová enviava profetas para chamar o povo ao arrependimento, mais os filhos de Israel os rejeitavam. Efraim estava profundamente comprometido com os baalins.

2. A proteção de Jeová. ... eu ensinei a andar a Efraim; tomei-os pelos seus braços... (v.3). Oseias retorna às origens. Quando tudo começou, Israel estava no Egito. No deserto Jeová ensinou a seu povo como uma mãe ensina a seus filhinhos a dar os seus primeiros passos. Qual pai que se cansa de ensinar a seus filhinhos a darem os primeiros passos? Apesar das murmurações, dos queixumes e de falta de gratidão, eles estavam aprendendo e eram amados de Jeová.
...tomei-os pelos seus braços, mas não conheceram que eu os curava (v.3). Essas palavras revelam a ternura do amor paterno de Jeová pelo seu povo. Muitas vezes Jeová tomou Israel em seus braços para alimentá-lo e para defendê-lo. Jeová sustentou com o pão que eles não conheceram (Dt 8.3), deu de beber águas da rocha (Êx 17.7). Derrotou e arruinou o Egito e todos os povos que se levantaram contra Israel, como os amalequitas  (Êx 17.13). Assim foi ao longo de sua história, mesmo depois de sua entrada em Canaã. Não entenderam que era Jeová que os curava quando ficavam enfermos (Êx 15.26).

Texto extraído da obra “Oseias: A restauração dos filhos de Deus”. Editada pela CPAD.

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A ATUALIDADE DOS PROFETAS MENORES - LIÇÃO 1


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Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 


TEXTO ÁUREO
Mas que se manifestou agora e se notificou pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé(Rm 16.26).

INTRODUÇÃO

I. SOBRE OS PROFETAS MENORES
II. A MENSAGEM DOS PROFETAS MENORES
III. A INSPIRAÇÃO DIVINA DOS PROFETAS

CONCLUSÃO


O MINISTÉRIO PROFÉTICO EM O ANTIGO TESTAMENTO

Marcelo de Oliveira e Oliveira

Prezado professor, vamos iniciar um novo trimestre em Lições Bíblicas. O tema é Os Doze Profetas Menores: Advertências e consolações para os dias de hoje. O objetivo dessa temática é estudar as mensagens dos Dozes profetas, considerados menores, a fim de analisar os desdobramentos e implicações dos seus ministérios.
Professor, é urgente que nossas igrejas conheçam e compreendam as mensagens milenares desses profetas. Os temas são palpitantes! Por exemplo, veremos como os profetas lidavam com questões políticas e sociais no exercício de seus ministérios; e como esse processo pode influenciar a igreja contemporânea.
Para introduzir a lição para a classe é importante conceituar o termo profeta. Mostre-a que esse termo deriva do grego prophetes, “aquele que fala sobre aquilo que está porvir”1; “um proclamador ou intérprete da revelação divina”.2 Ainda, refere-se àquele que age como porta-voz de um superior. Pode, também, ser utilizado como sinônimo de “vidente” ou “pessoa inspirada”3 (Os 9.7; 1 Sm 9.9).
O termo hebraico para profeta é nabi’ cujo significado etimológico mostra uma força de autoridade representativa . No livro de Deuteronômio 1.18b o Senhor afirma que o profeta [nabi’] declarará tudo que Ele [Deus] ordenar.4 Em Êxodo 7.1 nabi’ [profeta] tem o mesmo valor semântico de representação de autoridade. Em outras passagens como Êxodo 4.15,16; Jeremias 1.17a; 15.19; a palavra nabi’ [profeta] aparece no contexto de um mensageiro que fala em nome de um superior.5
O ministério de profeta tem seu início em Moisés com a manisfestação clara do exercício profético no arraial israelita (Nm 11.25,26). A concepção da instituição divina de ministério profético é ratificada em Deuteronômio 18.9-22, onde a contraposição entre profeta e prognosticadores (encantadores, mágico, etc.) é feita com a promessa do surgimento do grande profeta em Israel (vv. 15-22): Jesus Cristo (At 7.37,38).
No período monárquico, em Israel, aparecia a primeira escola de profetas (1 Sm 10.5,10). Isso introduz o papel importante que o profeta exerceria no período monárquico. Ele seria consultado pelos os reis como representantes de Deus para com o povo. Este profeta falaria ao rei através dos oráculos. Esse período para os profetas, em Israel, é marcado por respeito e reverência por parte da nobreza e do povo (1 Sm 16.4,5).
No período da monarquia dividida, surge o então conhecido movimento de profetas em Israel que, em Teologia, chamamos tecnicamente de Profetismo. Esse movimento tinha o objetivo de restaurar o monoteísmo hebreu; combater a idolatria; denunciar as injustiças sociais; proclamar o Dia do Senhor, objetivando reacender a esperança messiânica outrora arrefecida. Esse movimento iniciou em Amós e encerrou, cronologicamente, em Malaquias.6
O período do profetismo foi caracterizado pelo sofrimento e marginalização dos profetas. De homens dignos e reverenciáveis passaram a “merecedores” de tratamentos dos mais indignos que um ser humano poderia ser submetido. Ir contra interesses escusos de lideranças religiosas e políticas, em Israel, significava sofrer, naquele período, as agruras inimagináveis. De fato, em relação a eles, o mundo não era digno (Hb 11.36-38).

Boa Aula!

NOTAS

1 Dicionário Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009, p.1607.
2 WYCLIFFE, 2009, p.1607.
3 Ibidem.
4 Ibidem.
5 Ibidem.
6 ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. 13. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, p.305.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº. 14: http://www.sendspace.com/file/9jtkvd
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