16 de novembro de 2012

A SUPERIORIDADE DA OBEDIÊNCIA EM RELAÇÃO AOS RITUAIS - LIÇÃO 7

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 



TEXTO ÁUREO
“[...] Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros(1 Sm 15.22b).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE MIQUEIAS
II. A OBEDIÊNCIA A DEUS
III. O RITUAL RELIGIOSO
IV. O GRANDE MANDAMENTO

CONCLUSÃO

FORMA E LIBERDADE

John R.W. Stott

As estruturas seculares estão desmoronando em todos os lugares. Há uma rebelião mundial contra formas institucionais rígidas e um sentimento universal à procura de liberdade e flexibilidade. A igreja cristã, considerada em muitas partes do mundo como uma das principais estruturas do tradicionalismo, não pode escapar a este desafio de nossos tempos. Além disso, o desafio vem tanto de dentro como de fora. Muitos jovens crentes estão requerendo um novo e não estruturado tipo de cristianismo, despojado dos obstáculos eclesiásticos que têm sido herdados do passado.
Permiti-me classificar as três expressões principais desta onda. Referem-se à igreja e seu ministério, à direção de cultos públicos, e ao relacionamento com os outros crentes. É perigoso generalizar. Todavia, alguém pode dizer, em primeiro lugar, que muitos estão procurando igrejas que não tenham cerimônia fixa. Grupos de crentes estão, agora, reunindo-se em muitas partes do mundo, libertando-se da tradição e fazendo as coisas à sua maneira. Em segundo lugar, há um desejo por cultos informais, nos quais o ministro não mais domina, mas onde a participação da congregação é incentivada, onde o órgão é substituído pelo violão e uma liturgia antiga, pela linguagem de hoje, onde há mais liberdade e menos formalidade, mais espontaneidade e menos rigidez. Em terceiro lugar, há uma rejeição de denominacionalismo e uma nova ênfase em independência. A geração jovem está bastante contente em cortar laços que os prendem ao passado e mesmo a outras igrejas do presente. Eles querem chamar-se “crentes”, mas sem qualquer rótulo denominacional.
Sem dúvida, estas três exigências têm alguma lógica. Elas são fortemente sentidas e poderosamente manifestadas. Não podemos simplesmente considerá-las como irresponsabilidades loucas do jovem. Há uma ampla busca para o livre, o flexível, o espontâneo, o não-estruturado. A geração dos crentes mais velhos e tradicionais precisa entender isso, ser solidária e acompanhar, na medida do possível, o que está acontecendo. Todos nós concordamos em que o Espírito Santo pode ser (e às vezes tem sido) aprisionado em nossas estruturas e sufocado por nossas formalidades. Contudo, há algo a ser dito em relação ao outro extremo. Liberdade não é sinônimo de anarquia. Que argumento pode ser apresentado, então, em favor de alguns tipos de cerimônias e estruturas?
Primeiro: uma igreja estruturada. Os crentes pertencem a diferentes origens denominacionais e apreciam tradições diferentes. Contudo, a maioria (talvez todos nós) concorda em que o Fundador da Igreja tencionou que ela tivesse uma estrutura visível. [...] Ele mesmo insistiu no batismo como a cerimônia de iniciação na sua Igreja, e batismo é um ato visível e público. Ele também instituiu sua ceia como a refeição da comunhão cristã, pela qual a Igreja identifica a si mesma e exercita disciplina sobre os membros.
Segundo: adoração formal. Em particular, sou completamente a favor da adoração espontânea, exuberante, alegre e barulhenta do jovem, ainda que, algumas vezes, possa ser doloroso, como experimentei uma vez, em Beirute, quando o meu ouvido direito estava a apenas algumas polegadas do trombone. Alguns de nossos cultos são por demais formais, sérios e maçantes. Ao mesmo tempo, em algumas reuniões modernas, a quase total noção de reverência perturba-me. Parece que alguns acham que a principal evidência da presença do Espírito Santo é o barulho [...].
Terceiro: um princípio de conexão. A maioria de nós desejaria insistir em, pelo menos, um certo grau de independência para a igreja local que, em conformidade com o Novo Testamento, é uma manifestação local e visível da Igreja universal. [...] A unidade da Igreja é derivada da unidade de Deus. E porque há um só Pai, há uma só família; e um só Senhor, há uma só fé, uma só esperança e um só batismo; e porque há um só Espírito, há somente um corpo: Ef 4.4-6. Portanto, toda questão do relacionamento com outros crentes é controversa e complicada, e certamente as Escrituras não nos dão autoridade para procurar ou assegurar unidade sem verdade. Mas não nos dá, tampouco, autoridade para buscar a verdade sem unidade. Independência é conveniente. Mas também o é a comunhão na fé comum que professamos.  
Mais uma vez meu argumento é que não polarizemos nesta questão. Há um lugar necessário na Igreja de Cristo, tanto para o estruturado como para o não-estruturado, tanto para o formal como para o informal, tanto para o sério como para o informal, tanto para o sério como para o espontâneo, tanto para a independência como para a comunhão.
[...] Os mais antigos membros tradicionais da igreja, que amam a liturgia, precisam experimentar a liberdade do culto no lar, ao passo que os mais novos, que amam o barulho e a espontaneidade, precisam experimentar a seriedade e reverência dos cultos formais da igreja. A combinação é muito saudável!

Texto extraído da obra “Cristianismo Equilibrado”, editada pela CPAD.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 07:http://www.sendspace.com/file/5oh1kg
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas! 



13 de novembro de 2012

MCM POVOS – OFERTA DE RESGATE PELAS NAÇÕES



A MCM POVOS é uma instituição cristã sem fins lucrativos fundada em 1996 pelo Pr. José Rodrigues e mais sete pastores e visa, fundamentalmente, buscar a unidade do Corpo de Cristo, entendendo que a conquista das cidades e das nações para Cristo não pode ser feita por nenhuma igreja local isolada, mas existe um poder tremendo na unidade do Corpo de Cristo para a expansão do Reino do nosso Senhor Jesus sobre a Terra.

2. RELACIONAMENTOS MINISTERIAIS;
3. POVOS NÃO ALCANÇADOS;
4. ATOS DE JUSTIÇA
1. Levar a sua igreja a se envolver profundamente com missões durante um mês inteiro, para que por 30 dias a igreja respire missões, interceda, informe-se, contribua, enfim, seja tocado pela paixão que Deus tem por levar a obra redentora e definitiva de Cristo na Cruz para todos os povos da Terra.
2. Levar a sua igreja a semear nas Nações, lembrando a promessa de II Coríntios 9:10 de que Deus vai abençoar a nossa sementeira. Toda igreja e todo cristão deve semear no trabalho de alcançar os povos da Terra com o Evangelho.

3. Levantar recursos para novos investimentos nas nações, novas frentes.

A MCM envia para as igrejas filiadas o kit para a Oferta de Resgate que consiste em:
- 2 cartazes
- Marca páginas
- Vídeo
1. Faça o lançamento da Campanha no domingo, dia 14 de Outubro, explicando que por um mês, ou seja, nas próximas 4 semanas, a Igreja vai respirar missões.
2. Fixe os cartazes que estamos enviando no templo e no Departamento de Crianças, pois abaixo apresentamos também um plano para envolver as crianças na Oferta.
3. Entregue um marca página para cada pessoa. Caso necessite de mais unidades é só nos solicitar no e-mail: mcmunidade@mcmpovos.com.
4. Estamos enviando um DVD com alguns vídeos – Sugerimos que você projete um a cada domingo que antecede a Oferta de Resgate. Mas pedimos, por favor, não deixe de projetar os vídeos para sua igreja. O Espírito Santo falará ao coração das pessoas por meio deles.
5. Programe um mês de jejum pela expansão missionária em todo o mundo e pelos missionários que a MCM, junto com sua igreja está apoiando.
6. Levante os intercessores para fazer um programa especial de intercessão quebrando todas as fortalezas que agem tentando impedir o avanço do Evangelho.
7. Busque o coração de Deus para o alvo d’Ele a ser levantado na sua igreja e comunique ao seu povo. Sonhe conosco!
8. Desafie os vários grupos da Igreja a terem ações específicas neste mês visando o levantamento da oferta para vocês alcançarem o alvo. Por exemplo: as mulheres podem fazer um bazar na igreja, os homens podem promover um dia de lavar carros na igreja, os jovens podem fazer pizzas para vender, ou realizar em um sábado um cinema na igreja com um valor bem accessível visando o levantamento da oferta para vocês alcançarem o alvo, que não é do pastor, mas da igreja.
9. Incentive os professores de crianças a lançar a visão da Oferta de Resgate para seus alunos e colocar um cofrinho em cada sala e desafiar cada criança a trazer uma oferta a ser depositada no cofrinho todos os domingos do mês para ser levada ao altar no dia 11 de Novembro.
10. Ainda com as crianças, estimule os professores a ministrar sobre missões para as crianças neste mês. Na loja virtual da MCM, você pode comprar uma apostila com o título: “Missões para Crianças”. São várias aulas tratando do assunto.
11. Por fim, prepare um culto muito especial para o dia 11 de Novembro com bandeiras, teatro e danças para que este domingo seja marcado pela glória de Deus.
4003-4649 Ramal 111
(Custo de uma ligação local)


“Eu neles, e Tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundoconheça que Tu me enviaste e os amaste.” João 17:23
A MCM tem os seguintes pilares para a sua operação:
1. UNIDADE DO CORPO DE CRISTO;
Anualmente, no 2° domingo de Novembro, a MCM promove uma oferta especial de resgate pelas nações. Neste ano será no dia 11 de Novembro.
A Oferta de Resgate pelas Nações tem 3 objetivos principais:
FILIE-SE A ESSA INICIATIVA
As igrejas filiadas receberão o kit acima entre 10 a 30 de setembro.
Abaixo seguem algumas sugestões para que você envolva a sua igreja na Oferta de Resgate:
Cremos que o dia 11 de Novembro será marcado pela presença de Deus!
MCM – Unidade

9 de novembro de 2012

JONAS - A MISERICÓRDIA DIVINA - LIÇÃO 6

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 



TEXTO ÁUREO
“E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez” (Jn 3.10).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE JONAS
II. O GRANDE PEIXE
III. A MISERICÓRDIA DIVINA
IV. A JUSTIÇA HUMANA

CONCLUSÃO

JONAS

Robert B. Chrisholm, JR.

A GRAÇA SOBERANA DE DEUS

Ao longo do livro de Jonas Deus aparece como o Rei soberano e onipotente do universo. Provocou uma tempestade violenta (Jn 1.4) e depois fez com que parasse (v.15). Determinou o resultado da sorte que os marinheiros lançaram (v.7), mandou que uma grande criatura marinha lhe fizesse a vontade (Jn 1.17; 2.10), induziu uma planta a crescer (Jn 4.6), fez uma lagarta matar a planta (Jn 4.7) e chamou o vento quente do deserto (Jn 4.8). Até a maior cidade da terra estava sujeita ao seu decreto soberano (Jn 1.2; 3.1-10; 4.11).
Deus mostrou poder soberano visando uma meta em particular ― a recuperação de homens pecadores. Embora os ninivitas merecessem ser castigados por atos pecaminosos, Deus na sua graça decidiu dar-lhes a oportunidade de arrepender-se. Com isso, Ele demonstrou a verdade da confissão de Jonas, registrada em Jonas 4.2: “[Tu] és Deus piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e que te arrependes do mal”.

A RESPOSTA DE JONAS A DEUS

A confissão registrada em Jonas 4.2 não se originou com a [do] profeta. Palavras quase indênticas constam em Êxodo 36.6,7 onde a referência é a misericórdia de Deus por Israel imediatamente após a queda vergonhosa do bezerro de ouro. Uma forma abreviada do credo ocorre em Números 14.18, onde Moisés pediu que o Senhor perdoasse o povo depois de terem recusado confiar no Senhor para vencer os cananeus. O uso de Jonas desta confissão tradicional deve tê-lo lembrado que Deus desde o começo da história demonstrara misericórdia a Israel. 
Apesar da desobediência e presunção, o próprio Jonas experimentara a libertação misericordiosa de Deus e recebera uma segunda chance. Quando comissionado por Deus para ir a Nínive, Jonas fugiu na direção oposta. Quando lançado ao mar furioso e engolido por um peixe, Ele teve a audácia de presumir que estava livre. Em lugar de oferecer um clamor penitencial e humilde por libertação, ele agradeceu ao Senhor por tê-lo libertado (Jn 2.1-9). Mas Deus preservou e comissionou novamente o profeta (Jn 2.10 ― 3.2). O livro termina com um Deus gracioso ainda tentando persuadir Jonas a pensar corretamente na sua misericórdia (Jn 4.9-11).
Embora Jonas, como Israel, fosse recebedor da misericórdia de Deus, o profeta negou a mesma misericórdia para o mundo gentio. Ironicamente, estes pagãos a quem Jonas detestava por serem idolatras (Jn 2.8), mostraram mais sensibilidade espiritual do que o profeta. Jonas reivindicou temer “ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a terra seca” (Jn 1.9). Mas suas ações contradisseram o seu credo. Enquanto Jonas tentou fugir do Criador do mar através do mar, os pagãos expressaram que temiam genuinamente ao Senhor por meio de sacrifícios e orações (Jn 1.16). Em contraste com Jonas que desobedeceu à palavra revelada de Deus e prevaleceu-se da misericórdia divina, os ninivitas responderam imediata e positivamente à palavra de Deus e humildemente se lançaram aos pés do Deus soberano (Jn 3.4-9). Embora Deus enviasse Jonas para denunciar a “malícia” (ra’ah) de Nínive (Jn 1.2), o profeta desobediente trouxe “mal” (ra’ah novamente) aos marinheiros (Jn 1.7) e acabou ficando “todo ressentido” (ra’ah de novo) pelo tratamento misericordioso dado por Deus aos ninivitas (Jn 4.1). Esta repetição da palavra hebraica (ainda que em sentidos semânticos diferentes) indica que Jonas, de certo modo, se tornara mais semelhante [a]os pagãos de que ele percebera. Por meio de contraste, os ninivitas tinham se afastado “do seu mal [ra’ah] caminho” (Jn 3.10). 
O livro de Jonas é uma lembrança vívida para que o povo de Deus não resista ou questione as decisões soberanas de Deus dar a sua graça a quem Ele quer. Quando Deus chama os seus servos para lhe cumprir as determinações e ser instrumentos da graça aos pecadores, eles têm de obedecer, cientes de que eles também têm experimentado a misericórdia divina de forma conjunta e individual.


Texto extraído da obra “Teologia do Antigo Testamento”, editada pela CPAD.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 06:http://www.sendspace.com/file/bsi5md
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas! 



5 de novembro de 2012

Lição 6 Jonas - A Misercórdia Divina

Leitura Diária
Segunda - Sl 85.10 Justiça e amor no Calvário


" A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram. (Salmo 85:10)"


Somos frutos da misericórdia do Senhor. Quando Ele mesmo entregou-se na cruz do calvário e se fez acessível a nós, pobres pecadores. Ali, na cruz, nos fez justos e nos revelou o que é amor!

Jonas - A Misericórdia Divina

Subsídio




"O livro de Jonas gira inteiramente em torno das relações pessoais entre Jeová e Seu servo, Jonas, filho de Amitai. Essas relações se originam numa comissão profética, da qual Jonas procurou evadir-se. 

Jonas descobriu que os pensamentos de Deus não eram os seus pensamentos e que seus caminhos não eram os caminhos de Deus. Mas Deus não deixou Jonas sozinho. Na primeira metade da história, Deus permite que Jonas chegue ao extremo de quase perder a própria vida, somente para em seguida restaurá-lo à posição onde ele se encontrava antes dele tentar, por meios físicos, evitar o mandado de Jeová. 

Na segunda metade da história o Senhor permite que Jonas chegue ao extremo da depressão mental e espiritual, somente para revelar a ele a correção essencial de Seus misericordiosos propósitos"


DAVIDSON, F. O Novo Comentário da Bíblia. ed. Vida Nova. p 1.616.[Introdução Livro de Jonas]

1 de novembro de 2012

OBADIAS - A SOBERANIA DIVINA E O PRINCÍPIO DA RETRIBUIÇÃO - LIÇÃO 5


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Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 


TEXTO ÁUREO
Porque o dia do SENHOR está perto, sobre todas as nações; como tu fizeste, assim se fará contigo; a tua maldade cairá sobre a tua cabeça(Ob 1.15).

INTRODUÇÃO

I. A SOBERANIA DE DEUS
II. O LIVRO DE OBADIAS
III. EDOM, O PROFANO
IV. A RETRIBUIÇÃO DIVINA

CONCLUSÃO


DEUS E SUA EXTRAORDINÁRIA SOBERANIA

J. I. PACKER

O que descobrimos quando lemos a Bíblia como um todo singular e unificado, com a mente alerta para observar seu foco real?

Descobrimos simplesmente isto: A Bíblia não é prioritariamente sobre o homem. Seu tema é Deus. Ele (se a frase for permitida) é o ator principal da história no drama, o herói da história. A Bíblia é uma visão factual do seu trabalho nesse mundo – passado, presente e futuro, com comentários explanatórios de profetas, salmistas, sábios, e apóstolos. O seu tema principal não é a salvação do homem, mas a obra de Deus vindicando seus propósitos e glorificando-o num cosmos pecaminoso e desordenado. Ele faz isto estabelecendo o seu reino e exaltando o seu filho, criando um povo para adorá-lo e servi-lo, e enfim, desmantelando e reagrupando esta ordem de coisas, erradicando o pecado deste mundo.

É dentro desta larga perspectiva que a Bíblia ajusta a obra de Deus de salvar homens e mulheres. Ela descreve Deus como mais do que um arquiteto cósmico distante, ou um titio celestial onipresente, ou uma força de vida impessoal. Deus é mais que qualquer deidade inferior substituta que habita as mentes do século XX. Ele é o Deus vivo, presente, ativo em toda parte, “glorificado em santidade, terrível em louvores, operando maravilhas” (Êx 15.11). Ele dá a si mesmo um nome – Yahweh (Jeová [Senhor]; veja Êx 3.14,15; 6.2,3), o qual seja traduzido por “Eu sou o que sou”, ou “Eu serei o que serei” (o hebraico significa ambas as coisas), é uma proclamação de sua auto-existência e auto-suficiência, sua onipotência e sua liberdade ilimitada de agir.

Este mundo é de Deus; Ele o fez e Ele o controla. Ele “faz todas as coisas, segundo o conselho de sua vontade” (Ef 1.11). Seu conhecimento e domínio estendem-se às menores coisas: “E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados” (Mt 10.30). “O Senhor reina” – os salmistas fazem desta verdade imutável o começo de seus louvores, repetidas vezes (veja Sl 93.1; 96.10; 97.1; 99.1). Embora assolem forças hostis e ameace o caos, Deus é rei. Por conseguinte, seu povo está a salvo


Texto extraído da obra “O Plano de Deus Para Você”, editada pela CPAD.

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44 candidatos na Convenção Geral em Brasília


Começou hoje a inscrição para AGO da CGADB em 2013






44 candidatos na Convenção Geral em BrasíliaHoje, começaram as inscrições para a 41ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que será realizada de 8 a 12 de abril de 2013, em Brasília (DF).

O período de inscrição para os ministros convencionados participarem da AGO do ano que vem termina às 18h (horário de Brasília) do dia 28 de dezembro deste ano. Lembrando que no dia 28 de setembro foi encerrado o prazo para registro de novos ministros na CGADB.

44 candidatos à Mesa Diretora e Conselho Fiscal

Às 18h (horário de Brasília) de ontem, dia 31 de outubro, foi encerrado o prazo para a inscrição de ministros como candidatos aos cargos eletivos da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal da CGADB no quadriênio 2013/2017. Após a publicação da lista geral de inscritos nos órgãos oficiais da CGADB (o jornal Mensageiro da Paz e o site www.cgadb.org.br), será facultado a qualquer membro da CGADB o direito de, no prazo de cinco dias, a contar da publicação do edital oficial contendo os nomes, apresentar impugnação em face dos referidos candidatos, nos termos dos artigos 49 a 54 do Regimento Interno da CGADB. A lista dos inscritos como candidatos segue abaixo:

Presidente:
1) SAMUEL CÂMARA
2) JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA
3) WILLIAM SILVA IACK

1º Vice-Presidente (Região Sul)
1) UBIRATAN BATISTA JOB
2) IVAL TEODORO DA SILVA

2º Vice-Presidente (Região Centro-Oeste):
1) SEBASTIÃO RODRIGUES DE SOUZA
2) SÓSTENES APOLOS DA SILVA

3º Vice-Presidente (Região Norte):

1) GILBERTO MARQUES DE SOUZA
2) LEONARDO SEVERO DA LUZ NETO
3) JONATAS CÂMARA

4º Vice-Presidente (Região Nordeste):
1) JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS
2) PEDRO ALDI DAMASCENO

5º Vice-Presidente (Região Sudeste):
1) TEMOTEO RAMOS DE OLIVEIRA
2) ELYEO PEREIRA

1º Secretário (Região Sul):

1) PERCI FONTOURA
2) NILTON DOS SANTOS

2º Secretário (Região Centro-Oeste):
1) ANTONIO DIONIZIO DA SILVA
2) LUCAS ARAÚJO DE SOUZA

3º Secretário (Região Norte):    

1) PEDRO ABREU DE LIMA
2) OTON MIRANDA DE ALENCAR

4º Secretário (Região Nordeste):
1) ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS

5º Secretário (Região Sudeste):
1) ISAIAS LEMOS COIMBRA
2) NILSON ALVES FILHO
3) JONAS FRANCISCO DE PAULA

1º Tesoureiro (Região Sudeste):

1) JOSIAS DE ALMEIDA SILVA
2) IVAN PEREIRA BASTOS
3) REGINALDO CARDOSO DOS SANTOS 

2º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) NEHEMIAS GASPAR DE ARAÚJO
3) ALVARO ALEN SANCHES

Conselho Fiscal:
1ª Região (Região Sul):
1) JOSÉ POLINI 
2) ISAIAS CARDOSO DOS SANTOS 
3) JERÔNIMO DOS SANTOS

2ª Região (Centro-Oeste):

1) JUVANIR DE OLIVEIRA
2) RINALDO ALVES DOS SANTOS 
3) GEOVANI NERES LEANDRO DA CRUZ

3ª Região (Norte):

1) JOEL HOLDER 
2) ISAMAR PESSOA RAMALHO

4ª Região (Região Nordeste):
1) ISRAEL ALVES FERREIRA 
2) JOSÉ FRANCISCO FERREIRA
3) ANTONIO JOSÉ DIAS RIBEIRO 

5ª Região (Região Sudeste):
1) EDSON EUGÊNIO VICENTE 
2) LUIZ CEZAR MARIANO SILVA
3) SAMUEL RODRIGUES  
4) PAULO LOPES CORREA 


Redação CPAD News