Aos amigos do ebdicas - FELIZ 2013!


A paz do Senhor Jesus irmãos e amigos. Findando o ano de 2012, podemos dizer que até aqui nos ajudou o Senhor.

Muitas postagens + muitos acessos = Muitas alegrias. 

É bom saber que temos contribuído para a edificação de alguns e também ter aprendido com a colaboração de muitos outros.

Desejo a você que tem acompanhado nosso blog durante este ano de 2012, muitas alegrias, conquistas, vitórias, paz e amor em 2013.

Que o Senhor Jesus continue nos guardando debaixo de sua mão poderosa.

E em 2013 estaremos aqui, se Deus quiser, para continuar fazendo nossa parte na seara do grande Mestre.

Abraços e FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!

ZACARIAS — PROTEÇÃO DIVINA SOB O REINADO MESSIÂNICO- LIÇÃO 12

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição 12, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 



TEXTO ÁUREO
Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; sendo rei, reinará, e prosperará, e praticará o juízo e a justiça na terra(Jr 23.5).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE ZACARIAS
II. PROMESSA DE RESTAURAÇÃO
III. O REINO MESSIÂNICO

CONCLUSÃO

A VITÓRIA FINAL DO MESSIAS EM JERUSALÉM

Steven C. Ger

            Zacarias narra a libertação sistemática dos inimigos nacionais vizinhos dada por Deus a Judá e a vinda do Messias para estabelecer o seu reino (9.1―11.17). Ele revela as circunstâncias angustiantes, ainda que revigorantes, que precedem a vitória definitiva do Rei messiânico e o estabelecimento do reino (12―14).
            Zacarias conta que todas as nações batalharão contra o povo judeu, e a sua capital Jerusalém será cercada de todos os lados por uma coalizão internacional (cap. 14). No entanto, o Senhor intervirá em favor do seu povo e incapacitará os seus inimigos (12.2-3).
            Quando as nações parecerem estar prontas para derrotar completamente Jerusalém (com metade da população da cidade tendo sido levada cativa e deportada, e o restante tendo visto suas possessões pilhadas e suas mulheres, brutalmente violentadas; 14.1,2) e parecer que as nações completarão a sua vitória com uma “solução final”, o Senhor entrará pessoalmente na batalha e engajará as nações em favor do seu povo (14.3). Ele chega a leste da cidade, no monte das Oliveiras, acompanhado por exércitos de anjos sob seu comando.
            O Messias é poderosamente revelado como o próprio Deus que se manifestou abertamente. Com a sua aparição, o monte das Oliveiras se dividirá em dois (uma lembrança da divisão do mar Vermelho), criando um vale que servirá como rota de escape (14.5). A vitória conclusiva do Senhor levará à bênção suprema para o seu povo, o estabelecimento do seu reino, e o cumprimento final de todas as promessas do concerto.  
            Quando a ameaça que representam os inimigos nacionais de Israel for finalmente neutralizada, o Senhor infundirá no povo judeu convicção espiritual e contrição. Ele capacitará o povo a perceber a sua necessidade do perdão divino, e toda a nação de Israel se arrependerá de sua rejeição anterior ao Messias, o representante da liderança amorosa do Senhor.
            Zacarias integra a identidade do Senhor com a do Messias. Ele declara que, quando o povo judeu vir o Senhor, repentinamente compreenderá que, quando feriram mortalmente o Messias, tinham ferido fisicamente o próprio Senhor. Depois de perceber isto a sua angústia será enorme (12.10). Após este período de tristeza e arrependimento, o Senhor perdoará o povo judeu pela rejeição da sua liderança e conduzirá a sua purificação espiritual (13.1).
           
Texto extraído da obra “Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica”, editada pela CPAD.


 Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 12: http://www.sendspace.com/file/jkvwld
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas! 

AGEU — O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA - LIÇÃO 11

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição 11, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 


TEXTO ÁUREO
Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas(Mt 6.33).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE AGEU
II. RESPONSABILIDADE E OBRIGAÇÕES
III. A EXORTAÇÃO DIVINA

CONCLUSÃO

O FUTURO PROGRAMA DE DEUS PARA O POVO

Robert B. Chisholm, Jr.
           
Mesmo durante a consequência da derrota de Jerusalém e do exílio da nação, os profetas de Deus olhavam à frente. Obadias concluiu a sua breve mensagem de julgamento contra as nações com uma palavra de esperança aos exilados (Ob 17-21). Os exilados voltariam a ocupar a terra e emergiriam supremos sobre os inimigos. Jerusalém seria purificada e chegaria a ser o centro do governo de Deus na terra. 
Os profetas pós-exílicos asseguraram aos que voltaram do exílio que Deus tinha grandes planos para a nação. Ageu focalizou a atenção do povo no templo. O trabalho no templo fora suspenso devido à apatia e oposição. Mesmo depois quando o projeto foi retomado muitos consideraram que a estrutura construtiva não era nada em comparação ao glorioso templo salomônico dos tempos pré-exílicos (cf. Ag 2.3; Zc 4.10). Não obstante, Ageu predisse ousadamente que as riquezas das nações acabariam fluindo para o templo e que a sua glória ultrapassaria a do templo de Salomão (Ag 2.7-9).
Dois importantes problemas interpretativos surgem em relação a Ageu 2.7-9. O primeiro problema diz respeito ao referente de “o Desejado de todas as nações” (Ag 2.7). Certos estudiosos o interpretam como título messiânico, embora o contexto imediato (v.8), como também textos paralelos (cf. Is 60.5-9; Zc 14.14), indiquem fortemente que a referência seja a homenagem das nações. Em hebraico, o verbo “virá” está no plural, dando a entender que o “Desejado” (hemdat [singular]) seja reindicado como plural (hamudot), “coisas desejáveis”. 
O segundo problema é pertinente ao cumprimento de Ag 2.9. Há intérpretes que entendem que esta profecia se cumpriu quando Herodes ampliou o templo ou com a presença física de Jesus no templo, enquanto esteve na terra durante o primeiro advento. O contexto, porém, une a glorificação do templo com a subjugação dos gentios, ocorrência que nunca aconteceu antes da destruição do segundo templo em 70 d. C. Ao que parece, esta profecia se cumprirá junto com um templo futuro. Como explicar então a declaração de Ageu: “A glória desta última casa será maior do que a da primeira”? (Grifo do autor) A chave para responder a pergunta pode estar em Ageu 2.3, onde o segundo templo é identificado com o templo de Salomão (cf. “esta casa na sua primeira glória”). Da mesma maneira, o versículo 9 pode associar o futuro templo, apesar das muitas formas históricas que teve. Ao associar a glória futura do templo com a construção feita nos dias de Ageu, Deus assegurou ao povo que os esforços, ainda que talvez insignificantes aos olhos deles, seriam eventualmente recompensados. Deus habitaria novamente entre o povo e o esplendor do lugar da sua habitação excederia qualquer coisa que Israel já tinha experimentado. Uma era ainda muito mais grandiosa que a de Salomão estava por vir.
Ageu também previu uma restauração futura da dinastia davídica. Embora o povo de Deus estivesse sob o domínio de um estrangeiro e Zorobabel, descendente da linhagem real de Davi, fosse mero governador, as estruturas políticas poderiam mudar e mudariam. Deus derrotaria os reis da terra (Ag 2.21,22) e elevaria o trono davídico à notabilidade (v.23). Chamando Zorobabel de “servo” e dizendo que ele era escolhido, Deus lhe deu o mesmo status que Davi desfrutava (cf. 2 Sm 3.18; 6.21; 7.5,8,26; 1 Rs 8.16). A comparação com um “anel de selar” indica posição de autoridade e reverte o julgamento pronunciado a Joaquim, avô de Zorobabel (cf. Jr 22.24-30).
As palavras de Ageu 2.21-23, embora faladas diretamente a Zorobabel, não se cumpriram nos dias do profeta. Como explicar este aparente fracasso da profecia de Ageu? Zorobabel, descendente de Davi e governador de Judá, era o representante oficial da dinastia davídica na comunidade pós-exílica daquela época. Nesse caso, a profecia da exaltação futura do trono davídico estava ligada à sua pessoa. Quanto o templo (cf. Ag 2.6-9), Ageu relacionou uma realidade escatológica com uma entidade histórica tangível para assegurar aos seus contemporâneos que Deus tinha grandes planos para o povo. Zorobabel era, por assim dizer, a garantia visível de um futuro glorioso para a casa de Davi. Nos dias de Ageu, alguns israelitas até poderiam ter cogitado esperanças messiânicas para Zorobabel. No processo da revelação e da história, Jesus Cristo cumpre a profecia de Ageu.

Texto extraído da obra “Teologia do Antigo Testamento”, editada pela CPAD.


 Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 11:http://www.sendspace.com/file/12jveq
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CPAD / Lições Bíblicas da EBD / 1º Trimestre de 2013


Tema:  “Elias e Eliseu: Um Ministério de Poder para toda a Igreja”
Comentarista o Pr. José Gonçalves. 


Lição 1- A Apostasia no Reino de Israel


Lição 2- Elias, o Tisbita


Lição 3- A Longa Seca Sobre Israel


Lição 4- Elias e os Profetas de Baal


Lição 5- Um Homem de Deus em Depressão


Lição 6- A Viúva de Sarepta


Lição 7- A Vinha de Nabote


Lição 8- O Legado de Elias


Lição 9- Elias no Monte da Transfiguração


Lição 10- Há Um Milagre em Sua Casa


Lição 11- Os Milagres de Eliseu


Lição 12- Eliseu e a Escola de Profetas


Lição 13- A Morte de Eliseu




SOFONIAS — O IMPACTO DO JUÍZO VINDOURO - LIÇÃO 10

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição 09, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 


TEXTO ÁUREO
Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.(Mt 24.21).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE SOFONIAS
II. O JUÍZO VINDOURO
III. OBJETIVO DO LIVRO
IV. “O DIA DO SENHOR”

CONCLUSÃO

O JULGAMENTO DAS OVELHAS E DOS BODES


John Macarthur Jr.

Tudo no Sermão do Monte caminha em direção a um juízo final, e os temas desse juízo, envolvendo a separação dos crentes dos não-crentes, estão presentes em todo o sermão. Vimos anteriormente que todas as três parábolas desse sermão contêm símbolos gráficos do juízo que está próximo. E o grande tema dominante de todo o sermão ― o repentino aparecimento de Jesus Cristo ― é continuamente retratado como sendo o supremo acontecimento que irá precipitar e sinalizar a chegada de um juízo maciço e catastrófico. Agora Cristo nos dá uma poderosa descrição desse juízo: 

 E, quando o Filho do Homem vier em sua glória, e todos os santos anjos, com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas. E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.
– Mateus 25.31-33

Não há ninguém na Escritura que possa dizer mais sobre isso do que o Senhor Jesus. Ele advertiu repetidamente a respeito do iminente julgamento dos que não se arrependem (Lc 13.3,5). Ele falou muito mais sobre o inferno do que sobre o céu, usando sempre os termos mais nítidos e perturbadores. A maior parte do que sabemos sobre o destino eterno dos pecadores veio dos lábios do Salvador. E nenhuma das descrições bíblicas do juízo é mais severa ou mais intensa do que aquelas feitas por Jesus.
No entanto, Ele sempre falou sobre essas coisas usando os tons mais ternos e compassivos. Ele sempre insiste para que os pecadores abandonem os seus pecados, reconcialiem-se com Deus, e se refugiem nEle para que não entrem em julgamento. Melhor do que qualquer outro, Cristo conhecia o elevado preço do pecado e a severidade da cólera divina contra o pecador, pois iria suportar toda a força dessa cólera em benefício daqueles que redimiu. Portanto, ao falar sobre essas coisas, Ele sempre usou a maior empatia e a menor hostilidade. E até chorou quando olhou para Jerusalém sabendo que a cidade, e toda a nação de Israel, iria rejeitá-lo como seu Messias e, em breve, sofreria uma destruição total.

  E, quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela, dizendo: Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas, agora, isso está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e sitiarão, e te estreitarão de todas as bandas, te derribarão, a ti e a teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, pois que não conheceste o tempo da tua visitação.
– Lucas 19.41-44

Em um importante sentido, todo o Sermão do Monte representa uma simples expansão desse apelo compassivo. Começando no mesmo ponto de partida ―um lamento sobre a iminente destruição de Jerusalém― Cristo simplesmente amplia a sua perspectiva e transmite aos discípulos um extenso apelo que inclui desde o futuro escatológico até o momento do seu retorno e do juízo que o acompanhará. Portanto, esse mesmo espírito que inspirou o pranto de Cristo sobre a cidade de Jerusalém, permeia e dá um colorido a todo o Sermão do Monte. E Mateus, que estava presente e ouviu em primeira mão, registrou tudo isso no seu Evangelho, que é como um farol para todos os pecadores, em todos os tempos. Trata-se do último e terno apelo do Senhor para o arrependimento, antes que seja tarde demais.
Examinando esse sermão também vemos que todos os vários apelos de Jesus para sermos fiéis e todas as suas advertências para estarmos preparados ficam reduzidos a isso: eles representam um compassivo convite para nos arrependermos e crermos. Ele está nos prevenindo de que devemos nos preparar para a sua vinda porque, quando retornar, Ele trará o Juízo Final. E, ao concluir o seu sermão, Ele descreve detalhadamente esse juízo.
Essa parte remanescente do Sermão do Monte transmite uma das mais severas e solenes advertências sobre o juízo em toda a Escritura. Cristo, o Grande Pastor, será o Juiz, e irá separar suas ovelhas dos bodes. Estas palavras de Cristo não foram registradas em nenhum dos outros Evangelhos. Mas Mateus, pretendendo retratar Cristo como Rei, mostra-o aqui sentado no seu trono terreno. Na verdade, esse juízo será o primeiro ato depois do seu glorioso retorno à Terra, sugerindo que esta será a sua primeira atividade como governante da Terra (cf. Sl 2.8-12).  Esse evento inaugura, portanto, o Reino Milenial, e é distinto do juízo do Grande Trono Branco descrito em Apocalipse 20, que ocorre depois que a era milenial chega ao fim. Nesse caso, Cristo está julgando aqueles que estarão vivos no seu retorno, e irá separar as ovelhas (os verdadeiros crentes) dos bodes (os descrentes). Os bodes representam a mesma classe de pessoas que são retratadas como servos mais, como virgens imprudentes, e como o escravo infiel nas parábolas imediatamente precedentes.

Texto extraído da obra “A Segunda Vinda”, editada pela CPAD.


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Férias e EBD

Mesmo nas férias não deixe de meditar na Palavra de Deus por meio das lições bíblicas da EBD.

Continue estudando as lições. Muitas coisas aprenderá de Deus.


HABACUQUE — A SOBERANIA DIVINA COM AS NAÇÕES - LIÇÃO 09

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição 09, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 



TEXTO ÁUREO
Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a vexação não podes contemplar; por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?” (Hc 1.13).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE HABACUQUE
II. HABACUQUE E A SITUAÇÃO DO PAÍS
III. A RESPOSTA DIVINA
IV. DEUS RESPONDE PELA SEGUNDA VEZ

CONCLUSÃO

LUTERO E WESLEY

Silas Daniel

Esta passagem de Habacuque 2.4 é um dos mais importantes textos das Sagradas Escrituras e da história da Igreja. Através dele, pelo menos dois grandes avivamentos aconteceram, datados dos séculos 16 e 18. Eles definem bem a importância dessa passagem para a vida do cristão, daquele que realmente serve a Deus.
Certo dia, um monge agostiniano de 22 anos, chamado Martinho Lutero, encontrou na biblioteca de seu convento uma velha Bíblia em latim. Ele ficou tão embriagado ato ter contato com o texto sagrado pela primeira vez que durante semanas inteiras deixou de fazer as orações diurnas de sua ordem. Posteriormente, como uma espécie de compensação, dedicou-se a vigílias e jejuns até desmaiar com a saúde debilitada. Mas sua sede pelas Escrituras permanecia.
Admirado com a paixão crescente de Lutero pela Palavra, Staupitz, vigário geral da ordem agostiniana, em visita ao convento daquele monge, ofereceu-lhe uma Bíblia. Foi lendo o presente que o jovem deparou-se pela primeira vez com o texto de Romanos 1.17, que revolucionaria sua vida: “O justo viverá da fé”.
Anos depois, Lutero foi ordenado padre. Aos 25 anos, foi nomeado para cadeira de Filosofia em Winttenberg, para onde se mudou. Em meio às atividades como professor, dedicava-se a estudar a Palavra de Deus. Tempos depois, viajou a pé para Roma em companhia de um monge. Passou um mês ali, tendo inclusive celebrado missas. Um dia, subindo de joelhos a “santa escada”, desejando a indulgência que o papa prometia a quem fizesse isso, ouviu ressoar em seus ouvidos o texto bíblico que o impressionara: “O justo viverá da fé”. A experiência foi tão forte que Lutero imediatamente se levantou e saiu envergonhado.
De volta, lançou-se novamente ao estudo das Escrituras. O que aconteceu a seguir, ele mesmo conta:
“Desejando ardentemente compreender as palavras de Paulo, comecei o estudo da Epístola aos Romanos. Porém, logo no primeiro capítulo, consta que a justiça de Deus se revela no Evangelho (vv. 16,17). Eu detestava as palavras ‘justiça de Deus’, porque, conforme fui ensinado, a considerava como um atributo do Deus santo que o leva a castigar pecadores. Apesar de viver irrepreensivelmente, como monge, a consciência me mostrava que era pecador perante Deus. Assim, odiava a um Deus justo, que castiga pecadores (...) Senti-me ferido de consciência, revoltado intimamente, contudo voltava sempre para o mesmo versículo, porque queria saber o que Paulo ensinava”.   
“Depois de meditar sobre o ponto durante muitos dias e noites, Deus, na sua graça, me mostrou a palavra: ‘O justo viverá da fé’. Vi então que a justiça de Deus, nesta passagem, é a justiça que o homem piedoso recebe de Deus, pela fé, como dádiva. Então me achei recém-nascido e no paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a justiça de Deus. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do paraíso”. [BOYER, Orlando Spence, Heróis da Fé, CPAD]

Foi o texto de Romanos 1.17, exatamente a passagem que refere-se a Habacuque 2.4, que provocou, no século 16, a Reforma Protestante na Alemanha, se alastrando depois por todo o mundo.
Em 24 de Maio de 1738, em Aldersgate Street, Inglaterra, um pastor anglicano, chamado John Wesley, estava estudando Romanos 1.17 quando algo extraordinário aconteceu, mudando para sempre a sua vida. De repente, ele sentiu seu coração (usando suas próprias palavras) “estranhamente aquecido”. Conta Wesley:

“Senti o coração abrasado; confiei em Cristo, somente em Cristo, para salvação. Foi-me dada a certeza de que Ele levara os meus pecados e de que me salvara da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todas as minhas forças (...) e testifiquei a todos os presentes do que sentia no coração”. [BOYER, Orlando Spence, Heróis da Fé, CPAD]

Os olhos de Wesley foram abertos para a verdade da justificação pela fé. A célebre conversa entre Peter Bulow e Wesley na viagem de Londres a Oxford, que antecedeu essa experiência relatada acima, foi toda a respeito de Romanos 1.17. “Foi somente depois que Wesley compreendeu esta verdade, e ela o absorveu completamente, que o Espírito Santo veio sobre ele e começou a usá-lo. [LLOYD-JONES, Martin, Avivamento, PES, 1992]
A experiência de Wesley resultou no grande avivamento inglês do século 18, e que alcançou outros países. Segundo os historiadores, foi esse avivamento que evitou que a Grã-Betanha vivenciasse a mesma revolução sangrenta por que passou a França em 1789. E tudo começou com a citação paulina de Habacuque 2.4 em Romanos 1.17. Por todos esses motivos, essa passagem é muito preciosa para os genuínos cristãos em todo o mundo. 

Texto extraído da obra “Habacuque: A vitória da fé em meio ao caos”, editada pela CPAD.


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Sobre livros e filhos

Pais, atualmente parece muito complicado incentivar seus filhos para o hábito da leitura.

Em meio a esse mar de oportunidades virtuais que costumam "viciar" adolescentes e jovens, você ainda deve tentar e incentivar.

Leia junto com eles, seus filhos aprenderão a gostar de livros com você. Incentive-os à leitura. Faça que os livros sejam bons amigos de seus filhos.

No futuro verás que valeu a pena insistir!


NAUM — O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA - LIÇÃO 08

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TEXTO ÁUREO
Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei, por amor dos dez(Gn 18.32).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE NAUM
II. TOLERÂNCIA E VINDICAÇÃO
III. O CASTIGO DOS INIMIGOS

CONCLUSÃO

PECADORES NAS MÃOS DE UM DEUS IRADO

Jonathan Edwards

A ira de Deus é como grandes águas que por enquanto estão represadas. Elas aumentam cada vez mais e sobem cada vez mais até que haja um escoadouro. Quanto mais tempo o fluxo for detido, mais veloz e poderoso será seu curso quando for solto de uma vez. É verdade que o julgamento contra suas más obras até hoje não foi executado. As inundações da vingança de Deus foram retidas, mas sua culpa no tempo médio está aumentando de modo constante e você está diariamente entesourando mais ira. As águas estão permanentemente subindo e se avolumando cada vez mais em força. Não há nada mais que a mera vontade de Deus que segura as águas que estão pouco dispostas a serem detidas e pressionam implacavelmente para ir adiante. Se Deus tão somente retirasse a mão da comporta do dique, imediatamente as águas jorrariam, as inundações furiosas da ferocidade e ira de Deus avançariam com fúria inconcebível e viriam sobre você com poder onipotente. Se sua força fosse dez mil vezes maior do que é, sim, dez mil vezes maior que a força do demônio mais robusto e mais intrépido do inferno, não haveria nada que a resistisse ou a suportasse.
O arco da ira de Deus esta retesado e a seta se ajusta à corda. A justiça direciona a seta no seu coração e entesa o arco, e não é nada mais que o mero prazer de Deus, de um Deus irado, sem promessa ou obrigação, que impede a seta de num momento ficar encharcada com o seu sangue. Assim, todos vocês que nunca tiveram grande mudança de coração pelo poder grandioso do Espírito de Deus em suas almas, que nunca nasceram de novo e nunca foram feitas novas criaturas e ressuscitaram dos mortos no pecado para um estado de nova luz e vida nunca antes completamente experimentadas, estão nas mãos de um Deus irado. Ainda que você tenha reformado a vida em muitas coisas, tenha tido afetos religiosos e guardado uma forma de religião em sua família, e na casa de Deus, não é nada mais que a mera vontade de Deus que o impede de ser, neste momento, tragado pela destruição perpétua. Ainda que você não esteja convencido da verdade que ouve, logo ficará convencido completamente dela. Os que se foram e estavam em circunstâncias iguais a você veem que foi assim que aconteceu com eles, pois a destruição veio de repente sobre a maioria deles. Quando não esperavam nada disso e diziam: Paz e segurança, agora eles veem que essas coisas das quais eles dependiam para ter paz e segurança eram nada mais que ar tênue e sombra vazias.
O Deus que segura acima da cova do inferno, muito semelhante à pessoa que segura uma aranha ou algum inseto repugnante acima do fogo o detesta e é horrivelmente provocado. Sua ira por você arde como fogo. Ele olha você como merecedor de nada mais que ser lançado ao fogo. Ele é de olhos puríssimos para ter de suportá-lo em seu campo de visão. Você é dez mil vezes mais abominável aos seus olhos que a serpente venenosa mais odiosa aos nossos. Você o ofendeu infinitamente mais que um rebelde teimoso já tenha ofendido o príncipe. Contudo, não é nada mais que sua mão que o impede de cair no fogo a todo o momento. A nada mais que isso deve ser atribuído o fato de você não ter ido para o inferno ontem à noite, de ter acordado outra vez neste mundo depois de ter fechado os olhos para dormir. Não há outra razão a ser dada por que você não caiu no inferno desde que se levantou de manhã, senão a mão de Deus que o sustentou [...].

Texto extraído da obra “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado: e outros Sermões.”, editada pela CPAD.


 Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 08:http://www.sendspace.com/file/c35723
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Evangélicos em Palmas e as ferramentas de auxílio à EBD


Graças a Deus a prática do ensino tem recebido bastante subsídios com a chamada “era digital”. Os livros ainda são base dos estudos, pois mesmo com o avanço tecnológico ninguém dispensa esse bom companheiro ao lado.
Hoje em dia além desses velhos companheiros, os livros, os educadores e os estudiosos utilizam bastante a internet em busca de subsídios que venham aprofundar o entendimento sobre seus estudos.
Os professores de EBD é quem têm agradecido com essas facilidades. Os mesmos agora podem escolher entre centenas de sites e blogs que trazem mais e mais auxílios para as lições semanais. Alguns desses sites fornecem as mais variadas ajudas, desde vídeos a comentários completos da lição.
Mas dentre os muitos, gostaria de destacar dois sites palmenses. Ambos são de irmãos assembleianos que congregam na Madureira e na Ciadseta, e publicam semanalmente subsídios para revistas da Betel e da CPAD.

Eudes Lopes de Souza, moderador do site do site RevistaEBD


Temos o site Revista EBD, cujo moderador é o presbítero Eudes Lopes, presbítero da Igreja Assembléia de Deus em Palmas. O portal fornce subsídios para a revista da editora Betel. 
Link para subsidios das lições da Betel -  http://www.escola-dominical.com

Ismael Pereira de Oliveira, moderador do site Escola-Dominical







Como moderador do site Escola-Dominical temos o irmão Ismael Pereira, professor do curso Teológico IBAD (Instituto Bíblico das Assembleias de Deus – Palmas/TO). E como o mesmo se descreve “um apaixonado pela Escola Bíblica Dominical”
Link para subsidios das lições da CPAD - http://www.revistaebd.com





Os sites são ótimos, pois ambos trazem muita informação e também slides para quem leciona utilizando data-show.
Clique e confira!

Fonte: Jornaldamissao.net


A SUPERIORIDADE DA OBEDIÊNCIA EM RELAÇÃO AOS RITUAIS - LIÇÃO 7

ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.

Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD. 



TEXTO ÁUREO
“[...] Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros(1 Sm 15.22b).

INTRODUÇÃO

I. O LIVRO DE MIQUEIAS
II. A OBEDIÊNCIA A DEUS
III. O RITUAL RELIGIOSO
IV. O GRANDE MANDAMENTO

CONCLUSÃO

FORMA E LIBERDADE

John R.W. Stott

As estruturas seculares estão desmoronando em todos os lugares. Há uma rebelião mundial contra formas institucionais rígidas e um sentimento universal à procura de liberdade e flexibilidade. A igreja cristã, considerada em muitas partes do mundo como uma das principais estruturas do tradicionalismo, não pode escapar a este desafio de nossos tempos. Além disso, o desafio vem tanto de dentro como de fora. Muitos jovens crentes estão requerendo um novo e não estruturado tipo de cristianismo, despojado dos obstáculos eclesiásticos que têm sido herdados do passado.
Permiti-me classificar as três expressões principais desta onda. Referem-se à igreja e seu ministério, à direção de cultos públicos, e ao relacionamento com os outros crentes. É perigoso generalizar. Todavia, alguém pode dizer, em primeiro lugar, que muitos estão procurando igrejas que não tenham cerimônia fixa. Grupos de crentes estão, agora, reunindo-se em muitas partes do mundo, libertando-se da tradição e fazendo as coisas à sua maneira. Em segundo lugar, há um desejo por cultos informais, nos quais o ministro não mais domina, mas onde a participação da congregação é incentivada, onde o órgão é substituído pelo violão e uma liturgia antiga, pela linguagem de hoje, onde há mais liberdade e menos formalidade, mais espontaneidade e menos rigidez. Em terceiro lugar, há uma rejeição de denominacionalismo e uma nova ênfase em independência. A geração jovem está bastante contente em cortar laços que os prendem ao passado e mesmo a outras igrejas do presente. Eles querem chamar-se “crentes”, mas sem qualquer rótulo denominacional.
Sem dúvida, estas três exigências têm alguma lógica. Elas são fortemente sentidas e poderosamente manifestadas. Não podemos simplesmente considerá-las como irresponsabilidades loucas do jovem. Há uma ampla busca para o livre, o flexível, o espontâneo, o não-estruturado. A geração dos crentes mais velhos e tradicionais precisa entender isso, ser solidária e acompanhar, na medida do possível, o que está acontecendo. Todos nós concordamos em que o Espírito Santo pode ser (e às vezes tem sido) aprisionado em nossas estruturas e sufocado por nossas formalidades. Contudo, há algo a ser dito em relação ao outro extremo. Liberdade não é sinônimo de anarquia. Que argumento pode ser apresentado, então, em favor de alguns tipos de cerimônias e estruturas?
Primeiro: uma igreja estruturada. Os crentes pertencem a diferentes origens denominacionais e apreciam tradições diferentes. Contudo, a maioria (talvez todos nós) concorda em que o Fundador da Igreja tencionou que ela tivesse uma estrutura visível. [...] Ele mesmo insistiu no batismo como a cerimônia de iniciação na sua Igreja, e batismo é um ato visível e público. Ele também instituiu sua ceia como a refeição da comunhão cristã, pela qual a Igreja identifica a si mesma e exercita disciplina sobre os membros.
Segundo: adoração formal. Em particular, sou completamente a favor da adoração espontânea, exuberante, alegre e barulhenta do jovem, ainda que, algumas vezes, possa ser doloroso, como experimentei uma vez, em Beirute, quando o meu ouvido direito estava a apenas algumas polegadas do trombone. Alguns de nossos cultos são por demais formais, sérios e maçantes. Ao mesmo tempo, em algumas reuniões modernas, a quase total noção de reverência perturba-me. Parece que alguns acham que a principal evidência da presença do Espírito Santo é o barulho [...].
Terceiro: um princípio de conexão. A maioria de nós desejaria insistir em, pelo menos, um certo grau de independência para a igreja local que, em conformidade com o Novo Testamento, é uma manifestação local e visível da Igreja universal. [...] A unidade da Igreja é derivada da unidade de Deus. E porque há um só Pai, há uma só família; e um só Senhor, há uma só fé, uma só esperança e um só batismo; e porque há um só Espírito, há somente um corpo: Ef 4.4-6. Portanto, toda questão do relacionamento com outros crentes é controversa e complicada, e certamente as Escrituras não nos dão autoridade para procurar ou assegurar unidade sem verdade. Mas não nos dá, tampouco, autoridade para buscar a verdade sem unidade. Independência é conveniente. Mas também o é a comunhão na fé comum que professamos.  
Mais uma vez meu argumento é que não polarizemos nesta questão. Há um lugar necessário na Igreja de Cristo, tanto para o estruturado como para o não-estruturado, tanto para o formal como para o informal, tanto para o sério como para o informal, tanto para o sério como para o espontâneo, tanto para a independência como para a comunhão.
[...] Os mais antigos membros tradicionais da igreja, que amam a liturgia, precisam experimentar a liberdade do culto no lar, ao passo que os mais novos, que amam o barulho e a espontaneidade, precisam experimentar a seriedade e reverência dos cultos formais da igreja. A combinação é muito saudável!

Texto extraído da obra “Cristianismo Equilibrado”, editada pela CPAD.

Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 07:http://www.sendspace.com/file/5oh1kg
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas! 



MCM POVOS – OFERTA DE RESGATE PELAS NAÇÕES



A MCM POVOS é uma instituição cristã sem fins lucrativos fundada em 1996 pelo Pr. José Rodrigues e mais sete pastores e visa, fundamentalmente, buscar a unidade do Corpo de Cristo, entendendo que a conquista das cidades e das nações para Cristo não pode ser feita por nenhuma igreja local isolada, mas existe um poder tremendo na unidade do Corpo de Cristo para a expansão do Reino do nosso Senhor Jesus sobre a Terra.

2. RELACIONAMENTOS MINISTERIAIS;
3. POVOS NÃO ALCANÇADOS;
4. ATOS DE JUSTIÇA
1. Levar a sua igreja a se envolver profundamente com missões durante um mês inteiro, para que por 30 dias a igreja respire missões, interceda, informe-se, contribua, enfim, seja tocado pela paixão que Deus tem por levar a obra redentora e definitiva de Cristo na Cruz para todos os povos da Terra.
2. Levar a sua igreja a semear nas Nações, lembrando a promessa de II Coríntios 9:10 de que Deus vai abençoar a nossa sementeira. Toda igreja e todo cristão deve semear no trabalho de alcançar os povos da Terra com o Evangelho.

3. Levantar recursos para novos investimentos nas nações, novas frentes.

A MCM envia para as igrejas filiadas o kit para a Oferta de Resgate que consiste em:
- 2 cartazes
- Marca páginas
- Vídeo
1. Faça o lançamento da Campanha no domingo, dia 14 de Outubro, explicando que por um mês, ou seja, nas próximas 4 semanas, a Igreja vai respirar missões.
2. Fixe os cartazes que estamos enviando no templo e no Departamento de Crianças, pois abaixo apresentamos também um plano para envolver as crianças na Oferta.
3. Entregue um marca página para cada pessoa. Caso necessite de mais unidades é só nos solicitar no e-mail: mcmunidade@mcmpovos.com.
4. Estamos enviando um DVD com alguns vídeos – Sugerimos que você projete um a cada domingo que antecede a Oferta de Resgate. Mas pedimos, por favor, não deixe de projetar os vídeos para sua igreja. O Espírito Santo falará ao coração das pessoas por meio deles.
5. Programe um mês de jejum pela expansão missionária em todo o mundo e pelos missionários que a MCM, junto com sua igreja está apoiando.
6. Levante os intercessores para fazer um programa especial de intercessão quebrando todas as fortalezas que agem tentando impedir o avanço do Evangelho.
7. Busque o coração de Deus para o alvo d’Ele a ser levantado na sua igreja e comunique ao seu povo. Sonhe conosco!
8. Desafie os vários grupos da Igreja a terem ações específicas neste mês visando o levantamento da oferta para vocês alcançarem o alvo. Por exemplo: as mulheres podem fazer um bazar na igreja, os homens podem promover um dia de lavar carros na igreja, os jovens podem fazer pizzas para vender, ou realizar em um sábado um cinema na igreja com um valor bem accessível visando o levantamento da oferta para vocês alcançarem o alvo, que não é do pastor, mas da igreja.
9. Incentive os professores de crianças a lançar a visão da Oferta de Resgate para seus alunos e colocar um cofrinho em cada sala e desafiar cada criança a trazer uma oferta a ser depositada no cofrinho todos os domingos do mês para ser levada ao altar no dia 11 de Novembro.
10. Ainda com as crianças, estimule os professores a ministrar sobre missões para as crianças neste mês. Na loja virtual da MCM, você pode comprar uma apostila com o título: “Missões para Crianças”. São várias aulas tratando do assunto.
11. Por fim, prepare um culto muito especial para o dia 11 de Novembro com bandeiras, teatro e danças para que este domingo seja marcado pela glória de Deus.
4003-4649 Ramal 111
(Custo de uma ligação local)


“Eu neles, e Tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundoconheça que Tu me enviaste e os amaste.” João 17:23
A MCM tem os seguintes pilares para a sua operação:
1. UNIDADE DO CORPO DE CRISTO;
Anualmente, no 2° domingo de Novembro, a MCM promove uma oferta especial de resgate pelas nações. Neste ano será no dia 11 de Novembro.
A Oferta de Resgate pelas Nações tem 3 objetivos principais:
FILIE-SE A ESSA INICIATIVA
As igrejas filiadas receberão o kit acima entre 10 a 30 de setembro.
Abaixo seguem algumas sugestões para que você envolva a sua igreja na Oferta de Resgate:
Cremos que o dia 11 de Novembro será marcado pela presença de Deus!
MCM – Unidade