Na tabela abaixo, temos uma divisão didática dos sinais que antecedem a volta de Jesus.
Confira:
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7 de janeiro de 2016
23 de novembro de 2012
NAUM — O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA - LIÇÃO 08
ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição 08, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.
Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD.
Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 08:http://www.sendspace.com/file/c35723
Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD.
TEXTO ÁUREO
“Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali
dez? E disse: Não a destruirei, por amor dos dez” (Gn 18.32).
INTRODUÇÃO
I. O LIVRO DE NAUM
II. TOLERÂNCIA E VINDICAÇÃO
III. O CASTIGO DOS INIMIGOS
CONCLUSÃO
PECADORES NAS MÃOS DE UM DEUS IRADO
Jonathan Edwards
A ira de Deus
é como grandes águas que por enquanto estão represadas. Elas aumentam cada vez
mais e sobem cada vez mais até que haja um escoadouro. Quanto mais tempo o
fluxo for detido, mais veloz e poderoso será seu curso quando for solto de uma
vez. É verdade que o julgamento contra suas más obras até hoje não foi
executado. As inundações da vingança de Deus foram retidas, mas sua culpa no
tempo médio está aumentando de modo constante e você está diariamente
entesourando mais ira. As águas estão permanentemente subindo e se avolumando
cada vez mais em força. Não
há nada mais que a mera vontade de Deus que segura as águas que estão pouco dispostas
a serem detidas e pressionam implacavelmente para ir adiante. Se Deus tão
somente retirasse a mão da comporta do dique, imediatamente as águas jorrariam,
as inundações furiosas da ferocidade e ira de Deus avançariam com fúria
inconcebível e viriam sobre você com poder onipotente. Se sua força fosse dez
mil vezes maior do que é, sim, dez mil vezes maior que a força do demônio mais
robusto e mais intrépido do inferno, não haveria nada que a resistisse ou a
suportasse.
O arco da ira
de Deus esta retesado e a seta se ajusta à corda. A justiça direciona a seta no
seu coração e entesa o arco, e não é nada mais que o mero prazer de Deus, de um
Deus irado, sem promessa ou obrigação, que impede a seta de num momento ficar
encharcada com o seu sangue. Assim, todos vocês que nunca tiveram grande
mudança de coração pelo poder grandioso do Espírito de Deus em suas almas, que
nunca nasceram de novo e nunca foram feitas novas criaturas e ressuscitaram dos
mortos no pecado para um estado de nova luz e vida nunca antes completamente
experimentadas, estão nas mãos de um Deus irado. Ainda que você tenha reformado
a vida em muitas coisas, tenha tido afetos religiosos e guardado uma forma de
religião em sua família, e na casa de Deus, não é nada mais que a mera vontade
de Deus que o impede de ser, neste momento, tragado pela destruição perpétua.
Ainda que você não esteja convencido da verdade que ouve, logo ficará
convencido completamente dela. Os que se foram e estavam em circunstâncias
iguais a você veem que foi assim que aconteceu com eles, pois a destruição veio
de repente sobre a maioria deles. Quando não esperavam nada disso e diziam: Paz
e segurança, agora eles veem que essas coisas das quais eles dependiam para ter
paz e segurança eram nada mais que ar tênue e sombra vazias.
O Deus que
segura acima da cova do inferno, muito semelhante à pessoa que segura uma
aranha ou algum inseto repugnante acima do fogo o detesta e é horrivelmente
provocado. Sua ira por você arde como fogo. Ele olha você como merecedor de
nada mais que ser lançado ao fogo. Ele é de olhos puríssimos para ter de
suportá-lo em seu campo de visão. Você é dez mil vezes mais abominável aos seus
olhos que a serpente venenosa mais odiosa aos nossos. Você o ofendeu
infinitamente mais que um rebelde teimoso já tenha ofendido o príncipe.
Contudo, não é nada mais que sua mão que o impede de cair no fogo a todo o
momento. A nada mais que isso deve ser atribuído o fato de você não ter ido
para o inferno ontem à noite, de ter acordado outra vez neste mundo depois de
ter fechado os olhos para dormir. Não há outra razão a ser dada por que você
não caiu no inferno desde que se levantou de manhã, senão a mão de Deus que o
sustentou [...].
Texto extraído da obra “Pecadores nas
Mãos de um Deus Irado: e outros Sermões.”, editada pela
CPAD.
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas!
9 de novembro de 2012
JONAS - A MISERICÓRDIA DIVINA - LIÇÃO 6
ATENÇÃO!: Logo abaixo da postagem há o link com download para o questionário da lição, para quem está fazendo a maratona bíblica da EBD em sua sala de aula.
Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD.
Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD.
TEXTO ÁUREO
“E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e
Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez” (Jn 3.10).
INTRODUÇÃO
I. O LIVRO DE JONAS
II. O GRANDE PEIXE
III. A MISERICÓRDIA DIVINA
IV. A JUSTIÇA HUMANA
CONCLUSÃO
JONAS
Robert B. Chrisholm, JR.
A GRAÇA SOBERANA DE DEUS
Ao longo do
livro de Jonas Deus aparece como o Rei soberano e onipotente do universo.
Provocou uma tempestade violenta (Jn 1.4) e depois fez com que parasse (v.15).
Determinou o resultado da sorte que os marinheiros lançaram (v.7), mandou que
uma grande criatura marinha lhe fizesse a vontade (Jn 1.17; 2.10), induziu uma planta
a crescer (Jn 4.6), fez uma lagarta matar a planta (Jn 4.7) e chamou o vento
quente do deserto (Jn 4.8). Até a maior cidade da terra estava sujeita ao seu
decreto soberano (Jn 1.2; 3.1-10; 4.11).
Deus mostrou
poder soberano visando uma meta em particular ― a recuperação de homens
pecadores. Embora os ninivitas merecessem ser castigados por atos pecaminosos,
Deus na sua graça decidiu dar-lhes a oportunidade de arrepender-se. Com isso,
Ele demonstrou a verdade da confissão de Jonas, registrada em Jonas 4.2: “[Tu]
és Deus piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e que te
arrependes do mal”.
A RESPOSTA DE JONAS A DEUS
A confissão
registrada em Jonas 4.2 não se originou com a [do] profeta. Palavras quase
indênticas constam em Êxodo 36.6,7 onde a referência é a misericórdia de Deus
por Israel imediatamente após a queda vergonhosa do bezerro de ouro. Uma forma
abreviada do credo ocorre em Números 14.18, onde Moisés pediu que o Senhor
perdoasse o povo depois de terem recusado confiar no Senhor para vencer os
cananeus. O uso de Jonas desta confissão tradicional deve tê-lo lembrado que
Deus desde o começo da história demonstrara misericórdia a Israel.
Apesar da
desobediência e presunção, o próprio Jonas experimentara a libertação
misericordiosa de Deus e recebera uma segunda chance. Quando comissionado por
Deus para ir a Nínive, Jonas fugiu na direção oposta. Quando lançado ao mar
furioso e engolido por um peixe, Ele teve a audácia de presumir que estava
livre. Em lugar de oferecer um clamor penitencial e humilde por libertação, ele
agradeceu ao Senhor por tê-lo libertado (Jn 2.1-9). Mas Deus preservou e
comissionou novamente o profeta (Jn 2.10 ― 3.2). O livro termina com um Deus
gracioso ainda tentando persuadir Jonas a pensar corretamente na sua
misericórdia (Jn 4.9-11).
Embora Jonas,
como Israel, fosse recebedor da misericórdia de Deus, o profeta negou a mesma
misericórdia para o mundo gentio. Ironicamente, estes pagãos a quem Jonas
detestava por serem idolatras (Jn 2.8), mostraram mais sensibilidade espiritual
do que o profeta. Jonas reivindicou temer “ao Senhor, o Deus do céu, que fez o
mar e a terra seca” (Jn 1.9). Mas suas ações contradisseram o seu credo.
Enquanto Jonas tentou fugir do Criador do mar através do mar, os pagãos
expressaram que temiam genuinamente ao Senhor por meio de sacrifícios e orações
(Jn 1.16). Em contraste com Jonas que desobedeceu à palavra revelada de Deus e
prevaleceu-se da misericórdia divina, os ninivitas responderam imediata e
positivamente à palavra de Deus e humildemente se lançaram aos pés do Deus
soberano (Jn 3.4-9). Embora Deus enviasse Jonas para denunciar a “malícia” (ra’ah) de Nínive (Jn 1.2), o profeta
desobediente trouxe “mal” (ra’ah
novamente) aos marinheiros (Jn 1.7) e acabou ficando “todo ressentido” (ra’ah de novo) pelo tratamento
misericordioso dado por Deus aos ninivitas (Jn 4.1). Esta repetição da palavra
hebraica (ainda que em sentidos semânticos diferentes) indica que Jonas, de
certo modo, se tornara mais semelhante [a]os pagãos de que ele percebera. Por
meio de contraste, os ninivitas tinham se afastado “do seu mal [ra’ah] caminho” (Jn 3.10).
O livro de
Jonas é uma lembrança vívida para que o povo de Deus não resista ou questione
as decisões soberanas de Deus dar a sua graça a quem Ele quer. Quando Deus
chama os seus servos para lhe cumprir as determinações e ser instrumentos da
graça aos pecadores, eles têm de obedecer, cientes de que eles também têm
experimentado a misericórdia divina de forma conjunta e individual.
Texto extraído da obra “Teologia do Antigo Testamento”, editada
pela CPAD.
Clique no link a seguir para baixar o questionário da lição nº 06:http://www.sendspace.com/file/bsi5md
Ps: Quem precisar do gabarito é só enviar um e-mail para filhocon@yahoo.com.br, que passaremos as respostas!
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